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Arautos do Rei na Rede Globo


Nessa sexta-feira, 15 de novembro de 2013, o quarteto Arautos do Rei, da Igreja Adventista do Sétimo Dia, teve a oportunidade de cantar um pouco sobre a volta de Jesus no programa Encontro com Fátima Bernardes, da Rede Globo.
O quarteto, que foi vencedor do Troféu Promessas 2013 na categoria "melhor grupo", com mais de 5 milhões de votos, esteve participando do programa junto com os ganhadores das outras categorias e nos poucos minutos que teve, pode louvar bem o nome do Senhor. Confira abaixo.


Novelas e traições

Imagem: Yahoo/TV Globo

Quando era apenas um bebê, Carolina Ferreira viveu o seu primeiro grande trauma: a separação de seus pais, após uma traição. "Esse assunto marcou profundamente a minha vida. Minha personalidade foi, em grande parte, influenciada pela experiência vivida por minha mãe. O meu pai a traiu com a melhor amiga dela," desabafa Carolina.

Por essa razão, ela não costuma assistir a novelas e discorda da forma que o adultério é representado nas tramas. "Com essa representação tão superficial e banal do adultério na TV, a lealdade - em qualquer tipo de relação - tem ficado cada vez mais rara."

As novelas da TV Globo que estão em exibição atualmente têm estórias de adultério. Em "Flor do Caribe", Ester (Grazi Massafera) trai o marido Alberto (Igor Rickli), após descobrir que este forjou o desaparecimento do noivo dela, Cassiano (Henri Castelli). Em "Sangue Bom", os protagonistas dos casos de adultério são personagens de caráter duvidoso, como Bárbara Ellen (Giulia Gam) e Natan (Bruno Garcia). Já em "Amor à vida", a personagem de Vanessa Giácomo, Aline, faz de tudo para seduzir o rico Dr. César (Antônio Fagundes).

Para o professor e psicólogo Claudio Paixão, as representações que se repetem nas telenovelas são simplificadas. "Como na maioria das narrativas feitas para as grandes massas, as representações do adultério 'teledramático' são bastante esquemáticas. Muitas vezes, a imagem do adultério oscila entre a justificação da traição pela conduta 'errada' (irritante, obsessiva, ciumenta, negativa, etc) da 'parte traída', ou, de outro modo, pela vilania ou 'mau caratismo' da parte 'traidora'."

Entre pesquisadores e interessados em novelas, a discussão é comum e há quem defenda que o adultério não deve aparecer nos folhetins, mesmo sendo um fenômeno real e recorrente na sociedade. "Esse é um fato comprovado por inúmeras pesquisas dentro e fora do país. Homens traem, mulheres traem. E o fazem por motivos diversos que vão dos impulsos biológicos mais atávicos (que muitas vezes fogem das convenções sociais) até a percepção não assumida de que o relacionamento se tornou estreito para um ou dois dos parceiros e que a traição é, muitas vezes, a busca por um novo espaço, por oxigênio, em uma relação sufocada que os parceiros insistem em sustentar, mas pouco se dispõe a mudar", confirma o psicólogo.

A telespectadora Lígia Tolentino entende que o modo como as novelas apresentam o adultério pode ser um incentivo para que a ação se repita na vida real: "Há quem queira projetar sua vida nos folhetins e repetir comportamentos. Há jovens assistindo, crianças. E não acho positivo que vejam tais comportamentos serem representados como 'uma busca natural pela felicidade'. Além disso, na novela, nada dá errado e no final das contas cada um se ajeita, surge um amor novo para cada personagem, ou uma oportunidade de viajar, um emprego maravilhoso para compensar os fracassos do caminho e refazer completamente aquele que sofreu. Na vida, não é assim." (...)

Ator cristão que interpreta "Jake" de Two and a half men, não terá papel fixo na próxima temporada



A série de televisão americana “Two and a Half Men”, ganhou mais uma temporada, mas dessa vez não poderá contar com o ator Angus T. Jones que vive o menino Jake no seriado. Segundo informações divulgadas pela revista “Entertainment Weekly”, Jones sempre foi um dos principais atores da série, mas a partir da próxima temporada não terá um papel fixo nos novos episódios da trama.

A relação de Angus Jones e a produção de “Two and a Half Men” ficou mais conturbada depois que, em meados de 2012, quando o jovem entrou para a igreja Adventista e fez uma declaração polêmica. EM um vídeo divulgado na época, Jones afirma que uma pessoa não pode ser temente a Deus e participar de uma série televisiva como “Two and a Half Men”, e que no fundo ele sabia que não podia fazer as duas coisas. Ele ainda comentou que não estava bem com o que a Bíblia pregava e com o que ele fazia no seriado.

Este é o segundo personagem que é retirado da série americana. [...]


[HR] Saiba mais sobre este assunto, sobre o motivo da saída do ator da série, bem como assista à "declaração polêmica" clicando aqui e aqui.

'Viciados' em TV têm mais chances de cometer crimes



Uma pesquisa realizada na Nova Zelândia aponta que crianças que assistem televisão em excesso são mais sujeitas do que outras a cometer crimes ou ter atitudes agressivas quando adultas.

A Universidade de Otago acompanhou mais de 1 mil adolescentes nascidos no início da década de 1970 desde os quinze anos de idade até os 26 para avaliar os potenciais impactos da televisão nos seus comportamentos.

O estudo, publicado nesta semana na revista americana Pediatrics, conclui que existe uma forte correlação entre a exposição excessiva de crianças à televisão e comportamentos anti-sociais de jovens adultos.

"O risco de ter um jovem adulto ter antecedentes criminais aumenta em 30% para cada hora que em assistiu televisão em média durante a semana quando criança", disse Bob Hancox, co-autor da pesquisa.

A pesquisa também apontou que o fato de assistir televisão em excesso está ligado a comportamentos agressivos a à tendência de sentir mais emoções negativas.

Estas ligações são ainda mais significantes em termos de estatísticas quando são levados em conta fatores com a inteligência, a condição social e a educação dada pelos pais.

"Ao mesmo tempo que não podemos dizer que a televisão leva diretamente a comportamentos antisociais, os resultados da nossa pesquisa sugerem que o fato de passar menos tempo assistindo televisão pode reduzir os comportamentos antisociais na sociedade", analisou Hancox.

Ele ainda disse que concordava com as recomendações Academia Americana de Pediatria, segundo a qual crianças não deveriam assistir a mais de uma ou duas horas de programas de televisão por dia.

O estudo também aponta que é possível que crianças tenham desenvolvido comportamentos antisociais ao imitar o que viram na televisão.

No entanto, os conteúdos assistidos não seriam o único fator que levaria a estes comportamentos. O isolamento social vivido por pessoas que ficam horas diante da TV também seria um agravante.

"É possível que o fato de assistir televisão em excesso leve a comportamentos antisociais mesmo se a criança não está exposta a conteúdos violentos", disse a pesquisa.

"Se ficar tempo demais na frente da televisão, a criança pode ter menos relações sociais com amigos ou parentes além de um desempenho ruim na escola e correr assim mais risco de ficar desempregado", explicou.

Hancox ainda salientou que o estudo foi baseado em hábitos de crianças no fim da década de 1970 e no início da década de 1980, antes da chegada em massa de videogames.

"Se a pessoa passa horas na frente de um jogo que não apenas a expõe a cenas violentas, mas também estimula a matar pessoas, isso pode ser pior ainda, mas não tenho nenhum dado concreto sobre este assunto", disse Hancox em entrevista à Radio New Zealand.

“BBB é a prova da decadência de nossa civilização”



A 13ª edição do reality show Big Brother Brasil iniciou-se com o costumeiro desfile de beldades e corpos malhados na “casa mais vigiada do Brasil”, segundo o slogan da própria TV Globo.

As cenas do programa mostram, mais uma vez, os conchavos e estratégias dos brothers, dispostos a tudo para ganhar o prêmio de R$ 1,5 milhão, passando pelas costumeiras discussões e brigas e chegando até a mostrar os hábitos de (ou falta) higiene dos confinados no espaço cenográfico.

O programa, intensamente criticado pela grande maioria dos evangélicos, encontra apoio de alguns que se valem da passagem bíblica de I Tessalonicenses 5:21, de “examinar tudo e reter o bem”. 

Mas, para o pastor Walter McAlister, bispo primaz da igreja Cristã Vida Nova, isso não passa de “um pretexto esfarrapado para quem não tem o que fazer e se entretém com algo absurdamente estúpido”.

Para o líder religioso, os que assistem ao reality cometem “um pecado inenarrável contra seu cérebro e sua alma”.  Ele diz que “examinar tudo e reter o que é bom” é diferente de procurar no lixo algo que se possa reutilizar.

Ele explica que a passagem paulina é um mandato cristão, o que é diferente de se viver na miséria cultural. “Culturalmente a grande maioria vive na miséria absoluta. Não leem, não pensam, e vivem a piolhos da cabeça uns dos outros – algo bem próprio de primatas menos desenvolvidos”, diz, contundente.

McAlister diz que não acompanha programas de televisão há anos, mas conhecendo o teor do reality, acredita que ele seja uma prova da decadência de nossa civilização. Em sua ácida critica, ele o qualifica de “absurdamente estúpido”.

“É uma prova clara e evidente da decadência desta nossa civilização. Assistir pessoas não fazerem nada de útil, até que cada um seja eliminado ao bel-prazer do público é o cúmulo da imbecilidade. Quem assiste algo assim está sendo feito de palhaço. É a barbarização de uma cultura que consegue se entreter contemplando o próprio umbigo.”

Ele continua sua análise mordaz dizendo que assistir algo como o BBB é “simplesmente a morte do raciocínio. Este só é cultivado pela leitura e pela interação racional entre pessoas que pensam. Estamos ficando com o QI de um quiabo”, diz.

Concluindo, Mc Alister traça um cenário sombrio do atual momento da sociedade e suas formas de entretenimento.

“As colunas desta civilização estão caindo. Este programa não é a razão, é a prova de que estamos vivendo o fim de uma era”.


[HR] Compartilho de alguns dos pensamentos abordados nessa matéria, NÃO TODOS. E já vi sim alguém tentar utilizar a Bíblia para satisfazer seu desejo de consumir produtos midiáticos como o BBB. De fato isso é uma tremenda ignorância, afinal, eu não preciso fuçar em lixo, para saber que ele não presta! Vale a pena procurarmos ser mais críticos e utilizarmos o bom senso cristão.
Conheço muitas pessoas que nem são religiosas mas sabem que tal programa não é útil. Outras que sabem que o programa não presta mas mesmo assim assistem. Pelo menos esses não tentam justificar seus atos, muito menos se baseiam na Bíblia ou em algo parecido para praticá-los.
Se querem recorrer à Bíblia, por que ignorar o verso abaixo, que indica o bom senso?
"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." (Filipenses 4:8)

Limites, quem precisa deles?



Linda. Provocante. Dona de um corpo quase perfeito. Ninguém teve maior intimidade com as câmeras do que ela. As objetivas pareciam sugá-la, transformando-a num ícone feminino que exalava sensualidade. Expunha-se sem constrangimento e adorava ser vista nua.

A maior estrela produzida por Hollywood, Marilyn Monroe, era dona não só de um belo corpo, mas também de uma triste história. Por trás da bela atriz, havia uma mulher solitária e esquizofrênica, e que idolatrava o próprio corpo. Marilyn tinha obsessão por espelhos. Era vista muitas vezes parada, horas a fio, diante da própria imagem.

Uma atriz em pânico, que vomitava antes de cada tomada de cena e tinha convulsões quando precisava interpretar uma fala. Com uma vida desregrada e frustrada em seus casamentos, Marilyn não tinha limites para suas aventuras sexuais. Vivia à custa de barbitúricos, anfetaminas, tomava injeções de Nembutal três ou quatro vezes por dia e tinha pilhas de remédios antidepressivos e estimulantes. Usou drogas de todos os tipos e quilates até sua morte, precoce aos 36 anos – por overdose. Ninguém no cinema foi mais insegura, solitária, desesperada e infeliz que Marilyn Monroe: uma prisioneira de si mesma.

“Ser livre é fazer o que eu quero, não ter limites”. Esse é o conceito de liberdade mais comum hoje. O exemplo de Marilyn mostra que “fazer o que eu quero” nem sempre implica ser livre. Uma vida sem princípios morais pode, no fim das contas, ser um grande prejuízo – uma existência vazia.
Estudos mostram que os limites fazem parte da formação do ser humano. A ausência deles pode levar à histeria, ataques de raiva, distúrbios de conduta, incapacidade de concentração, dificuldade para concluir tarefas, baixa produtividade, problemas psiquiátricos, etc.

Por outro lado, quem sabe viver com os limites tem mais chances de afirmar a autoestima e a autonomia, ser equilibrado e bem-sucedido. Por isso, a Bíblia é, ao mesmo tempo, o livro dos limites (Êxodo 20:3-17) e da liberdade (João 8:32; Lucas 4:18; 2 Coríntios 3:17; Gálatas 5:1; Tiago 2:12). Os “nãos” de Deus são sempre para o nosso bem.

Fontes: Marilyn últimas sessões, de Michael Schneider (Alfaguara, 2006); “Minha pele, meu vestido”, resenha de Ignacio de Loyola Brandão; “A importância do senso de limites para o desenvolvimento da criança”, de Daisy A. Almasan e Alex L. T. Álvaro (Revista Científica Eletrônica de Psicologia, nov. 2006)

(Eduardo Rueda - Revista Conexão 2.0, 1º Trimestre 2013, p. 22, Casa Publicadora Brasileira)

Ator de "Two and a half men" aconselha a não assistir a série



Em entrevista a uma canal virtual de uma igreja norte-americana o ator Angus T. Jones fala sobre como sua fé em Deus tem influenciado em sua vida e aconselhou a quem assiste o seriado "Two and a Half Men" - no qual ele interpreta o papel de Jake Harper - o seguinte: "não assistam mais a Two and a Half Men".
Você pode conferir nos vídeos que seguem abaixo essa entrevista, que está em inglês mas pode ser vista com legendas ao ativar essa opção disponibilizada pelo Youtube, mas antes gostaria apenas de ressaltar algumas falas dele sobre esse assunto.
"Se eu não estou fazendo o trabalho de Jesus, Deus pode me levar agora, já posso morrer. Não quero contribuir para o plano dos inimigos. Eu até poderia pensar, 'posso ser um cristão e trabalhar na série', mas, não. Não posso. Você não pode ser um bom cristão estando em um programa de televisão como esses. Eu sei que não posso".
É incrível como, nos tempos em que vivemos, ainda existam pessoas, como o jovem ator Angus T. Jones, um dos jovens atores norte-americanos que recebem o cachê mais alto, que preferem correr o risco de perder muita coisa mas não deixam proclamar seus princípios e sua fé em qualquer oportunidade, falando e praticando. Explicando como resolveu conhecer e obedecer a Bíblia e amadurecer sua fé, Angus Jones, que recentemente se tornou adventista do sétimo dia (ver neste outro post), relatou: 
"No dia 22 de janeiro, eu estava conversando com um amigo e, na época, não sabia se continuaria no programa ou se iria para a faculdade. Ele me disse que, se estivesse no meu lugar, continuaria na série por causa da situação da sua família. Aquilo me atingiu de uma forma interessante, porque esse cara é um guitarrista muito talentoso que sequer tem amplificador. Depois ele ficou me perguntando um monte de coisas e logo percebi que não era ele e, sim, Deus falando por ele".
"Então, um outro amigo me contou sobre uma congregação religiosa de negros, essas coisas gospel, e eu gosto de negros. No primeiro dia que fui a ela vi que a mensagem dita ali era feita para mim. Falava sobre a minha vida, sobre o que eu tinha que fazer...descobri que aquela era minha igreja."
Finalizando a entrevista ele mirou a câmera, se dirigindo ao público que assiste ao seriado e disse:
"As pessoas me veem e dizem, 'uau, você é o Jake!'. Mas o Jake não significa nada. Por favor, se você vê Two and a Half Men, pare com isso. Estou dentro da série e não quero estar. Por favor, pare de encher sua cabeça com essa bobagem. Dizem que é entretenimento, mas faça uma pesquisa por você mesmo sobre os efeitos da televisão em seu cérebro e você conseguirá formar uma opinião sobre a TV. E as notícias não serão nada boas."
Confira logo abaixo a entrevista dividida em duas partes:


(Editado por Henderson Rogers. Partes da entrevista transcrita foram retiradas de Terra)

Angus Jones de Two and a half men conhece a Bíblia



Você provavelmente conhece o seriado de TV "Two and a Half men", que no Brasil é conhecido como Dois homens e meio. Acontece que Angus T. Jones, o ator que interpreta o personagem Jacob David Harper - ou simplesmente Jake - desde seus 9 anos, fez uma revelação no mínimo surpreendente: ele se tornou adventista do sétimo dia. Isso mesmo. Surpreendente porque, sendo uma celebridade mundial, não é comum escolher estudar a Bíblia, conhecer os conselhos divinos  reconhecer o Criador como seu mestre e Senhor, reconhecer como seu Salvador pessoal, e resolver obedecê-Lo conforme os ensinos bíblicos ansiando a 2ª vinda de Jesus, conforme diz a Bíblia. Aliás, isso é o que significa ser um adventista.

No dia 8 de outubro, data de seu aniversário de 19 anos, Angus gravou uma entrevista para o programa “Turning Point” da Hope Channel, uma espécie de TV Novo Tempo para os Estados Unidos, dando o seu depoimento e relatando como foi que ele conheceu a Bíblia, conheceu a Jesus e se tornou adventista. Apesar de o seriado que ele faz parte não ser religioso, Angus vê sua associação com o programa como uma oportunidade de compartilhar sua fé com pessoas que de outra forma nunca poderiam conhecer o que as verdades bíblicas revelam sobre Jesus. Caso isso tenha despertado em você a curiosidade sobre a Bíblia, não deixe de entrar em contato conosco. Aproveite para conhecer um estudo sobre a Bíblia clicando aqui.

Segue abaixo, em inglês, a entrevista gravada em outubro com a apresentadora Connie Vandeman Jeffery, que irá ao ar em 2013: