[Repostagem] O Evangelho segundo o Twitter


A seguir, você poderá assistir um vídeo simulando como seria a vida de Jesus nos tempos do Twitter, uma rede social bastante usada para transmitir notícias em apenas 140 caracteres. O uso da criatividade, da tecnologia e uma breve reflexão sobre o Evangelho. Vale a pena assistir, refletir e compartilhar!

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Nos passos de Jesus, um caminho de Esperança


Em uma semana que é intitulada santa no mundo cristão, nada melhor do que refletir na história da vida de Cristo. A seguir, você encontra oito mensagens especiais, acompanhadas por belas músicas, para uma reflexão da Semana Santa, com o tema: Nos passos de Jesus - um caminho de Esperança.
As mensagens são apresentadas de uma forma diferente por Arilton de Oliveira - apresentador da TV Novo Tempo - de maneira informal e domiciliar, com um pequeno grupo de pessoas. São aproximadamente 16 minutos cada. Assista, reflita e compartilhe.

01 - Passos de Fé


02 - Passos de Humilhação


03 - Passos de Comunhão


04 - Passos de Justiça


05 - Passos de Fidelidade


06 - Passos de Renúncia


07 - Passos em Silêncio


08 - Passos de Vitória


O Incomparável Jesus Cristo



E toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai. (Filipenses 2:11)

O impacto de Jesus sobre a história e a vida de homens e mulheres é inigualável. Muitos governantes, líderes militares, políticos, gênios, artistas, filósofos e teólogos vieram e se foram. Alguns entraram para a história. Mas todos eles estão soterrados nas areias do tempo. Apenas Cristo permanece tão atual como o jornal que vai sair amanhã. Sua pessoa inspirou milhares de livros e músicas. Seu lugar entre todos os nomes é insuperável.

James Allan Francis escreveu uma belíssima página sobre Jesus Cristo, com o título "Uma Vida Solitária":

"Ele nasceu numa vila obscura, filho de uma camponesa. Cresceu em outra vila, onde trabalhou numa carpintaria até os 30 anos. Então, por três anos, foi um pregador itinerante. Nunca escreveu um livro. Nunca assumiu qualquer posição. Nunca teve uma família ou possuiu uma casa. Ele não cursou uma faculdade. Nunca visitou uma cidade grande. Nunca viajou mais de 350 quilômetros além do lugar onde nascera. Não fez qualquer uma daquelas coisas que normalmente associamos com grandeza. Tinha apenas 33 anos quando a maré da opinião pública se ergueu contra Ele. Seus amigos O abandonaram. Foi entregue aos inimigos e suportou o escárnio de um julgamento injusto. Foi pregado numa cruz entre dois ladrões. Enquanto morria, Seus executores disputavam Seu manto, Sua única propriedade. Depois de morto, foi colocado em um túmulo emprestado pela piedade de um amigo.

"Dezenove séculos vieram e se foram. Hoje Ele permanece como o personagem central da humanidade, o líder de todo avanço humano. Todos os exércitos que já marcharam, todos os navios que já navegaram, todos os parlamentos que já se reuniram, todos os reis que já reinaram, colocados juntos, não tiveram sobre a vida dos homens neste planeta o impacto que teve essa única vida solitária."

De muitas maneiras, Seus inimigos têm tentado transformá-Lo em um mito e descaracterizar Sua identidade exclusiva. Filmes e canções irreverentes, produtos da ficção humana, surgem de tempos em tempos. Nisso eles não ficam muito longe dos Seus inimigos clássicos: Anás, Caifás, o Sinédrio, Herodes, Pilatos, fariseus e saduceus. Mas Jesus permanece e tem a última palavra sobre a vida e a morte. Seja hoje uma testemunha dEle, onde você estiver.

(Amin A. Rodor, Meditações Diárias, CPB, 2014)

Pessoas materialistas são mais infelizes


Não importa quanto as tecnologias de mapas e GPS avancem, encontrar a felicidade nunca será uma tarefa fácil. Mais: nunca haverá só um caminho possível.

O curioso é que algumas pessoas têm uma facilidade muito grande em associar a felicidade com bens materiais, de forma que “quanto mais coisas eu tenho, mas feliz eu sou”. Será mesmo?

De acordo com um estudo realizado pelos pesquisadores da Universidade Baylor, nos Estados Unidos, as coisas não funcionam bem assim. Aliás, é o contrário. Segundo o estudo, publicado na revista americana Personality and Individual Differences, pessoas materialistas são mais propensas a serem deprimidas e insatisfeitas com a vida, em grande parte porque acham mais difícil ter gratidão pelo que elas têm.

Jo-Ann Tsang, autora principal do estudo, intitulado “Porque materialistas são menos felizes? O papel da gratidão e necessidade de satisfação na relação entre materialismo e satisfação com a vida”, professora associada do núcleo de psicologia e neurociência da Universidade Baylor, explica melhor: “A gratidão é um estado de espírito positivo. Trata-se das outras pessoas. Pesquisas anteriores feitas por nós e outras equipes mostram que as pessoas são motivadas a ajudar quem as ajuda – e a ajudar os outros também. Nós somos criaturas sociais e assim nos concentramos em outras pessoas de uma forma positiva que faz bem à nossa saúde”.

Mas, quando uma pessoa é materialista, ela não segue essa lógica. Pessoas materialistas tendem a ser centradas nelas mesmas. e apenas nelas.

E como isso explica o fato de pessoas assim serem mais infelizes?

“Nossa capacidade de adaptação a novas situações pode ajudar a explicar porque ter mais coisas não nos faz mais feliz”, disse o coautor do estudo, James Roberts, professor da Escola de Negócios da Universidade de Baylor.

“À medida que acumulamos mais e mais bens, nós não ficamos mais felizes. Nós simplesmente aumentamos o nosso ponto de referência”, disse ele. É como se nos acostumássemos muito rápido a um novo padrão de vida. E, assim, imediatamente passamos a querer algo mais.

Vamos supor que você tenha sonhado a vida toda em ter uma casa grande e depois de muito trabalho, conseguiu comprar uma. “Essa nova casa de 2.500 metros quadrados, então, se torna a base para nossos desejos de ter uma casa ainda maior”, exemplifica o professor. Isso se chama “esteira de consumo”. Continuamos a comprar cada vez mais coisas, mas nunca chegamos mais perto da felicidade. Adquirir mais bens só acelera cada vez mais a tal da esteira.

Amostra

Os resultados do estudo foram baseados em uma análise de 246 membros do departamento de marketing de uma universidade particular de médio porte localizada no sudoeste dos Estados Unidos, com uma idade média de 21 anos entre os estudantes que participaram da amostra. Cada um deles respondeu um questionário de 15 minutos, usando uma escala de 15 itens de materialismo.

Pesquisas anteriores sugerem que os materialistas são, em geral, menos satisfeitos com suas vidas. Eles são mais propensos a serem infelizes e têm baixa autoestima. Também são mais propensos a serem menos satisfeitos com suas relações e menos envolvidos em causas sociais.

Enquanto isso, aqueles que são mais gratos pelo que conquistaram têm mais probabilidade de encontrar mais sentido na vida e serem, assim, mais felizes.

É como diria o filósofo grego Epicuro: “Não estrague o que você tem desejando o que não tem. Lembre-se que o que você tem agora é o que um dia você sonhou”. [medicalxpress]

(Hypescience)

[HR] Melhor do que qualquer filosofia, a Bíblia já declarava: "Não ameis o mundo, nem o que no mundo há." (1 João 2:15) Sim, Deus deseja dar aos seus filhos a real felicidade. Para tanto, deixou instruções infalíveis em Sua Palavra - a Bíblia Sagrada - em forma de conselhos, advertências e orientações. As pesquisas e a ciência moderna comprovam isso diariamente.

Sem Mais Demora


Acompanhe esta linda música na voz de Joyce Zanardi e entenda bem a sua letra inspirada. :)

Sem Demora
Letra e Música: André Arrais
Tenho a Sua Lei guardada
Dentro do meu coração
Nela posso descansar
Pois traz paz e esperança
A Deus dou glória
Pois na história
Provaste todo seu amor
Que eu viva agora
Sem mais demora
Uma vida de gratidão
Busco a ti em oração
Tenho fé em sua resposta
Ouço sua voz falar
Onde devo caminhar
Viver com Cristo é o que preciso
Pois nele há perdão
Serei a prova que sua Palavra
Transforma o meu coração

Uma Ilha no Tempo


Havendo Deus terminado no dia sétimo a Sua obra, que fizera, descansou nesse dia de toda a Sua obra que tinha feito. E abençoou o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a obra que, como Criador, fizera. Gênesis 2:2, 3

O mundo moderno é uma extensão da Babilônia espiritual. Essa não é apenas uma invenção do gênio humano, mas de forças malignas sobrenaturais cujo objetivo é anuviar a mente e anestesiar a percepção das pessoas. Vivemos em meio ao caos generalizado, em que muitos não percebem até que ponto estão sendo afetados. Os seres humanos se tornaram quase como robôs. Dormindo pouco, lutando em meio ao tráfego, enfrentando pressões bizarras de todos os ângulos, não é de admirar que estatísticas indiquem que uma em cada cinco pessoas é hoje diagnosticada mentalmente enferma. Mais do que em qualquer outro tempo, necessitamos redescobrir o poder restaurador do sábado.

Diferentemente do batismo, santa ceia ou lava-pés, o sábado é um símbolo instituído por Deus no início da história humana. Ele vem da perfeição original e traz o hálito do Éden, anterior ao pecado. Foi dado como presente de Deus, no clímax da criação, para os primeiros seres humanos. Deveria estender-se a toda a humanidade. No esquema da criação, a obra de Deus se move do espaço para o tempo, e o tempo está dividido entre tempo comum e tempo especial. O tempo comum flui para o tempo especial. Nessa lógica, a criação não é um fim em si mesma: o ser humano não encontra realização plena nos dias do tempo comum, naquilo que possa fazer ou realizar. O alvo final da atividade semanal e da vida não é encontrado do primeiro ao sexto dia da semana. O clímax é o repouso do ser humano na presença do Criador.

O sábado é um perpétuo memorial de que ninguém alcança seu propósito no trabalho como se fosse um animal de carga. O alvo final da vida é a comunhão com Deus. Isso é indicado pelo fato de que o ser humano foi criado apenas no sexto dia. O sábado é o sétimo dia da semana, mas o primeiro dia de existência de Adão e Eva. Eles repousaram, então, não porque estivessem cansados. Repousaram para comungar com o Criador. Em Sua presença, iriam alinhar suas prioridades. Hoje não é diferente. Os olhos precisam ser abertos para que vejamos o que é fundamental. É o homem em rebelião que busca realização independentemente de Deus, como se a vida se esgotasse nos dias do tempo comum.

(Amin A. Rodor, Meditações Matinais, CPB)

O privilégio de falar com Deus


É através da natureza, da revelação, de Sua providência e da influência do Seu Espírito que Deus nos fala. Mas isso não é suficiente; precisamos também entregar-Lhe o nosso coração. A fim de que tenhamos vida e energia espiritual, devemos ter uma relação viva com nosso Pai celestial. Podemos ter nossa mente atraída para Ele; podemos meditar em Suas obras, Sua misericórdia, Suas bênçãos; em um sentido mais amplo, todavia, isso não é comungar com Ele. Para comungar com Deus, devemos ter alguma coisa para dizer-Lhe a respeito da nossa vida.

A oração é o abrir do coração a Deus como a um amigo. Não que isso seja necessário para que Deus saiba quem somos, mas para nos habilitar a recebê-Lo. A oração não faz Deus descer até nós, mas eleva-nos a Ele.

Quando esteve na Terra, Jesus ensinou Seus discípulos a orar. Ele os instruiu a apresentar suas necessidades diárias perante Deus, e a lançar sobre Ele todas as suas preocupações. A certeza que lhes deu de que suas petições seriam ouvidas nos é dada também.

O próprio Jesus, quando esteve na Terra, estava em constante oração. O Salvador identificou-Se com nossas necessidades e fraquezas, a ponto de tornar-Se um suplicante, buscando no Pai novos suprimentos de força, a fim de que pudesse sair fortalecido para enfrentar Seus deveres e provações. Ele é nosso exemplo em todas as coisas. É um irmão em nossas fraquezas, pois “como nós, em tudo foi tentado”, mas sendo Aquele que nunca pecou, Sua natureza repelia o mal. Ele suportava as lutas e torturas de um mundo cheio de pecado. Sua humanidade fez da oração uma necessidade e um privilégio. Encontrava conforto e alegria na comunhão com o Pai. E se o Salvador da raça humana, o Filho de Deus, sentia a necessidade de oração, quanto mais deveriam frágeis e mortais pecadores sentir a necessidade de constante e fervorosa oração.

Nosso Pai celestial deseja derramar sobre nós a plenitude de Suas bênçãos. É nosso privilégio beber em grande medida da fonte de amor ilimitado. É surpreendente notar que oramos tão pouco! Deus está pronto e sempre disposto a ouvir a oração sincera do mais humilde de Seus filhos, e, apesar disso, há tanta relutância da nossa parte para levar-Lhe nossas necessidades. O que pensarão os anjos celestiais desses pobres homens e mulheres, seres sujeitos à tentação, quando o coração de Deus, infinito em amor, inclina-se para eles, pronto a dar-lhes mais do que podem pedir ou pensar, e eles oram tão pouco e têm uma fé tão pequenina? Os anjos se comprazem em prostrar-se diante de Deus e ficar perto dEle. Eles consideram a comunhão com Deus sua maior alegria. Contudo, os habitantes da Terra, que tanto precisam da ajuda que somente Deus pode dar, parecem satisfeitos em andar sem a luz do Seu Espírito e a companhia de Sua presença.

As trevas do maligno envolvem os que negligenciam a oração. As tentações sussurradas pelo inimigo os levam a pecar; e tudo isso porque não se utilizam dos privilégios que Deus lhes deu, os quais advêm da oração. Por que deveriam os filhos e filhas de Deus ser relutantes em orar, quando a oração é a chave nas mãos do crente para abrir os depósitos do Céu, onde estão armazenados os ilimitados recursos da Onipotência? Sem oração constante e perseverante vigilância, corremos o risco de ficar cada vez mais descuidados, e de desviar-nos do caminho reto. O adversário procura continuamente obstruir o caminho para o trono de misericórdia para que não obtenhamos, por meio da súplica e fé, graça e poder para resistir à tentação.

Existem certas condições para que possamos esperar que Deus ouça e responda nossas orações. Uma das primeiras é sentir nossa necessidade do Seu auxílio. Ele prometeu: “Derramarei água sobre o sedento e torrentes, sobre a terra seca”. Isaías 44:3. Os que têm fome e sede de justiça, os que anseiam por Deus, podem estar certos de que serão satisfeitos. O coração deve abrir-se à influência do Espírito, ou não receberá as bênçãos de Deus.

Nossa grande necessidade é, por si mesma, um argumento, e intercede eloquentemente em nosso favor. Mas é necessário que busquemos ao Senhor para que Ele faça essas coisas por nós. Ele diz: “Pedi, e dar-se-vos-á”. Mateus 7:7. E “Aquele que não poupou o Seu próprio Filho, antes, por todos nós O entregou, porventura, não nos dará graciosamente com Ele todas as coisas?” Romanos 8:32.

Se mantivermos iniquidade em nosso coração, se nos apegarmos a algum pecado de maneira consciente, o Senhor não nos ouvirá; mas a oração que vem do coração arrependido e contrito será sempre aceita. Quando todas as faltas conhecidas forem corrigidas, podemos acreditar que Deus responderá nossos pedidos. Nossos próprios méritos jamais nos recomendarão ao favor de Deus; é o mérito de Jesus que nos salvará, Seu sangue é que nos purificará. Uma parte, todavia, temos que desempenhar para cumprir as condições da aceitação.

(Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 59, 60, CPB)
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