Há templos e templos

Há templo e templos. Seriam eles a "casa de Deus"?
É comum, em nossos dias, o mundo religioso achar que alguns termos que aparecem na Bíblia têm o mesmo significado e a mesma função de expressões usadas hoje, só porque são palavras semelhantes ou iguais.
Entre vários exemplos, temos: "Pastores" na Bíblia são bem diferentes de "pastores" de nossos dias. "Igreja" na Bíblia refere-se a algo bem diferente da "igreja" de nossos dias.
É o mesmo caso para a expressão "templo" ou "casa de Deus" usada direta ou indiretamente na Bíblia, que é bem diferente da mesma expressão usada hoje em dia.
A Bíblia explica a partir do homem (Davi) que desejou construir um templo para Deus, e do homem que de fato o construiu (Salomão). E mostra o contraste do que o homem queria que o templo fosse e do que de fato o templo era para Deus.
O desejo do homem:
“eu construí um templo majestoso, um lugar para a tua habitação [de Deus] perpétua”. (2 Crônicas 6:1)
A realidade, conforme Deus:
“um templo em honra do meu nome, [...]
um templo em minha homenagem!” (vs.5,10)
“O Eterno disse que habitaria numa nuvem” (vs.2)
pois,
“será que Deus viria morar perto de nós? Nem o Universo é suficiente para conter seu ser, muito menos este templo que construí.” (2 Crônicas 6:18)
É importante ressaltar que o sábio Salomão, mesmo após ter construído o templo, e ter o desejo de fazê-lo a habitação do Senhor, ainda assim sabia que o templo não seria a "casa de Deus":
“Ouve teu povo Israel quando ele orar neste lugar. Ouve da tua habitação no céu e, quando ouvir, perdoa.” (2 Crônicas 6:21)
Percebe? A "casa de Deus" na verdade é um título atribuído a um local que de fato não é uma casa para Deus, visto que Ele não habita nela, aliás, e que se nem o universo pode conter esse Deus grandioso, muito menos um templo, por maior e mais majestoso que seja.
O templo foi construído, de forma majestosa, nos tempos do Antigo Testamento, com um propósito bem definido para aquela época, uma época em que metais preciosos dos tempos de hoje tornaram-se comuns (2 Crônicas 9:27). E ele foi construído em homenagem a Deus, que tornou-se conhecido por causa do templo, do povo de Israel e de Jerusalém (2 Crônicas 6:8). Percebe o propósito?
Naquela ocasião os povos iam até o povo de Deus para conhecê-Lo. O templo era uma grande referência para tal. (2 Crônicas 6:32)
Hoje, o título "casa de Deus" infelizmente é usado em grande parte por conveniência (e não por direito ou fato), dessa vez referindo-se a templos (igrejas) completamente diferentes do templo para o qual foi-lhe atribuído o título, que tinha propósitos totalmente diferentes, ministérios bem diferentes, em um contexto bem oposto ao contexto atual. Desta vez, não para homenagear ao Todo-Poderoso, mas para, entre outras coisas, exigir reverência dos frequentadores, tentar justificar gastos grandiosos e consequentemente apelar por ofertas bem generosas (usadas como chantagem e barganha por muitos), e acabar servindo meramente para o conforto dos frequentadores e atrair congratulações e homenagens aos líderes da igreja.
Obviamente, são templos diferentes, assim, não deveriam ser tratados como iguais, inclusive no uso do título "casa de Deus" atribuído a apenas um deles, o do Antigo Testamento.
Em nosso tempo é o povo de Deus que deve ir até os povos para apresentar o Evangelho Eterno (Mateus 28:19), e não esperar que venham até ele, e assim dar a oportunidade para que outros conheçam a Deus. Dessa forma, o templo (igreja) não é e nem deveria ser o centro dessa estratégia.
Tempos diferentes, estratégias diferentes, pois obviamente os templos são diferentes.
Não são à toa as repetidas mensagens na Palavra de Deus, de que Ele não habita em templos construídos por mãos humanas (Atos 17:24).
Percebeu? Houve um templo. Ele não é o templo das igrejas atuais. E elas não são a "casa de Deus".
Obs.: obviamente, isso não impede de você reunir-se em uma igreja. Mas deveria fazer você entender que ela não é a casa ou a habitação do Eterno. ;)
#LeiaaBíblia e não se confunda e nem seja enganado!

(Henderson Rogers)

Jesus na Comissão de Nomeação



Às vezes eu fico imaginando a comissão de nomeação nos tempos de Jesus... Deveria ser algo do tipo:
Após a oração inicial ser feita, ser lido uma mensagem inspirada e realizada uma reflexão para fundamentar que aquela comissão é escolhida e usada por Deus (dessa forma, Deus estaria presente para usar as pessoas ali presentes para escolherem os líderes da igreja), no meio das sugestões de nomes de pessoas, de repente um membro corajoso, ou desavisado, sugere um nome:
– Jesus.
Logo, o restante da comissão começa a "avaliar" o nome sugerido, e um a um começa a dizer seu voto e os motivos que tem para dá-lo.
O primeiro diz:
– Sou líder a tantos anos e nunca vi alguém que cause tanta polêmica quanto Ele. Portanto, meu voto é não.
O segundo continua:
– Esse Jesus é sem noção. Ele parece tão inteligente, mas diz tanta coisa desnecessária. Não passa de tolo! Se fosse sábio em muitas situações ele ficaria calado, como o livro de Provérbios recomenda. Não voto nele de jeito nenhum!
Outro diz:
– Eu o vi com Maria Madalena, aquela prostituta (João 8:3-7). Logo, conforme o conselho bíblico, não podemos escolhê-lo, pois um líder não pode se envolver com mulheres assim (1 Timóteo 3:12).
E outro complementa:
– Já eu, irmãos, o vi conversando e sorrindo com outras mulheres (João 4:16, Mateus 15:28, Marcos 16:1). Esse irmão só pode ser promíscuo. Não pode ser eleito.
E mais um:
– Ah, ele não é da minha panelinha. Ele nunca está nos grupos dos líderes da igreja (segundo os Evangelhos). Então ele não é confiável! Não darei meu voto a ele.
E as acusações e pré-julgamentos continuam, cada um apresentando suas razões que, segundo eles, baseavam-se na própria Bíblia:
– Eu o vi comendo com pecadores (Lucas 15:2), portanto ele não pode ser um líder, pois se “assenta na roda dos escarnecedores”! Conforme a Palavra de Deus, ele não é bem-aventurado (Salmo 1:1). Meu voto é não.
– Verdade irmão! Eu também já o vi rodeado de publicanos, aqueles ladrões (Marcos 2:15)! Nós não podemos elegê-lo. Ele deve ser o mestre dos ladrões!
– E eu, que já presenciei inúmeras vezes ele transgredindo as doutrinas de nossa igreja (Marcos 7:12)! Imagina escolher um líder que nem respeita as tradições eclesiásticas! Isso não é certo, não podemos escolher um líder assim!
– Irmãos, eu não iria nem contar isso, pra não parecer fofoca. Mas como eu acredito que o Espírito Santo se encontra em nosso meio, não importa o que parece, vou contar: Ele não é bem visto pelos seus familiares! Outro dia, ele rejeitou a sua própria mãe e seus irmãos (Mateus 12:47-50)! Já em outra situação, percebi que seus familiares eram unânimes em achar que ele perdeu o juízo (Marcos 3:21)! Imagina eleger alguém com essa índole?! Se assim o fizermos, isso vai acabar incentivando os nossos membros a desprezarem sua própria família! Portanto, para o bem dessa instituição divina, a família, o meu voto é não!
Segue um outro irmão dizendo: 
– Irmão, não ache que isso é fofoca, pois todos nós estamos apenas repassando o que vemos e ouvimos para o bem da igreja e seus membros, tá certo?
Após esses parêntesis, segue a avaliação da comissão de nomeações:
– Outro dia eu o vi ignorando o templo (Mateus 24:2). Imagina, já que Deus merece o melhor, nós investimos tanto as ofertas da igreja para a construção do Templo, para a habitação de Deus, e de repente ele aparece dando a entender que grandes construções assim não têm importância alguma! Os irmãos não ofertarão mais se elegermos um líder com esse pensamento. E o mais absurdo é que ele ainda deu a entender que Deus estaria em qualquer lugar em que dois ou três estivessem reunidos (Mateus 18:20)! Com pensamentos assim, a igreja vai à falência. Meu voto é não!
– Vocês não sabem o que aconteceu outro dia? Jesus chamou aos nossos líderes de hipócritas e raça de víboras! (Mateus 12:34, 15:7)

Então a comissão diz: “Oooohhh... não pode ser”, e o comentário prossegue:
– Isso mesmo! Aliás, isso não aconteceu só uma vez (Mateus 23:13). É certo que o líder A e o líder B são falhos. Mas eles são os ungidos do Senhor e, como tais, ninguém pode criticar, nem tocar neles (Salmo 105:15). Mas esse Jesus está incentivando o mal. Não voto nele.
– É verdade, meus queridos. Esse Jesus é muito crítico. Outro dia ele nos chamou de sepulcros caiados (Mateus 23:27)! Ele não pode ver um errinho sequer que já começa a criticar, como se a igreja fosse perfeita! Ele não tem em mente que somos pecadores e falhos? Não podemos eleger um líder com essa visão. Meu voto é não.
– Minha gente – outro membro comenta – a gente, não pode eleger a Jesus! Afinal, ele é de que igreja? Eu já o vi rondando tantas igrejas que eu nem sei de onde ele é membro. Ele parece um nômade, eclesiasticamente falando. Aliás, pelo que soube, ele não frequenta a igreja em todos os dias de culto. Dizem que ele se reúne muito com as multidões nos vales e nos campos (Marcos 8:1, etc.), inclusive no dia de sábado. Parece-me que ele passa mais tempo fora do templo do que dentro dele. Imaginem um líder assim?! Não teríamos membros frequentes em nossas igrejas. Imagina, trocar um culto para alimentar uma multidão, como Jesus fez? As coisas mais importantes deveriam vir primeiro! O templo vem primeiro e os necessitados depois. Ele não poderia ajudar aos necessitados em outro dia, ou outro horário, que não fosse no dia e no horário de nossas cerimônias religiosas? Claro que podia! Se os necessitados sobreviveram até agora, uma horinha a mais não faria diferença alguma. Não podemos eleger a esse que chamam de Cristo.
– Irmãos, já que o irmão fulano falou sobre o sábado, eu gostaria de acrescentar informações do que tenho visto e ouvido. Soube que Jesus transgrediu o sábado de diversas formas (Marcos 3:2, etc.). E quando aconselhado pelos líderes da igreja, ele ainda respondeu que o sábado foi feito para o benefício do homem (Marcos 2:27)! Imaginem só! Como se não fosse suficiente, ouvi dizer que ele anunciou por aí ser o Senhor do sábado (Marcos 2:28)! Isso já é demais pra mim.

A essa altura, o primeiro irmão a sugerir o nome de Jesus para ser líder da igreja, fala:
– Gente, eu nem imaginava causar esses comentários todos. Eu só sugeri o nome de Jesus, porque outro dia ele valorizou as criancinhas (Mateus 19:14), e porque aparentemente, ele cuida dos órfãos, das viúvas (Mateus 23:14), e dos necessitados (Marcos 8:2,3). Aí imaginei que precisaríamos de líderes assim, por isso sugeri. Mas pelo visto, já há motivos suficientes para não votarmos nele.
– Ah irmão – diz outro membro da comissão –, a igreja já possui departamentos que cuidam disso. Sempre cuidamos das crianças. E imagine que nesse ano o nosso departamento assistencial ajudou cerca de 5 famílias, de todas as 534 famílias que temos! Isso é um total de 10%. Não é demais?! Isso pra mim já é o suficiente.
Rapidamente outro membro corrige, baixinho, a esse último sobre seus cálculos:
– Não irmão. Não são 10%, é 1%.
– Ah irmão – o irmão que calculou errado responde – não seja tão pessimista: 1% é quase 2%! Aliás, com tantas dificuldades que vemos na igreja, conseguir ajudar a esses quase 2% da igreja já é demais.
E o outro irmão silencia após dizer: – É verdade.
Logo após esse silêncio, outro irmão acha mais um “motivo” para não votar em Jesus, comenta com o irmão que estava ao lado e segue um burburinho com mais comentários negativos a cerca de Jesus entre os outros membros.
Por fim, o presidente da comissão declara:
– Acho que já temos motivos suficientes para não elegermos a Jesus como líder de nossa igreja. Aliás, levarei até o nome dele para a comissão da igreja avaliar, visto que ele aparenta apresentar motivos suficientes para ser disciplinado ou até removido do rol de membros da igreja. Mas esse é assunto para outra comissão. Sendo assim, como não sobrou mais ninguém para o cargo, vamos eleger ao irmãozinho beltrano.
De repente, novamente o desavisado deixa escapar:
– Mas ele ainda vai ser batizado! Aliás, ainda nem tem data definida!
– Não tem problema – diz o presidente – Ele é um irmão inteligente e, cercado de boas companhias como as que temos aqui, ele aprenderá rapidinho. E ainda, após ele saber que seu nome foi cogitado para ser líder da igreja, na comissão de nomeação, creio que esse será um grande motivador para ele decidir ser batizado!
E a comissão responde unanimemente:

– Amém!

E os irmãos encerram a reunião com uma oração.

Dias depois, Jesus seria disciplinado, removido e... crucificado!

Ainda bem que isso foi apenas fruto da minha imaginação. Ainda bem que não seria assim nos dias de hoje, não é mesmo? Ainda bem que não é assim que ocorre atualmente, não é mesmo?! 
:\

O que isso diz a você?

(Henderson Rogers)

Deus manifesta-se no silêncio, não no barulho


“O Eterno disse: ‘Saia e fique no monte diante do Eterno. O Eterno passará ali’. Um vento muito forte varreu o monte, partindo e esmigalhando as pedras diante do Eterno, mas o Eterno não estava no vento. Depois do vento, veio um terremoto, mas o Eterno não estava no terremoto. Depois do terremoto, veio o fogo, mas o Eterno não estava no fogo. Por fim, depois do fogo, uma brisa suave começou a soprar. Quando Elias sentiu a brisa, cobriu a cabeça com a capa, foi para a entrada da caverna e esperou ali. Uma voz suave perguntou: ‘Então, Elias, diga-me outra vez: o que você está fazendo aqui?’.”(1 Reis 19:11-13)

Percebe? Deus disse ao profeta Elias que iria passar por ele. E como Deus se manifestou?

Deus não estava na ventania que esmigalhou pedras; Ele também não estava no terremoto, que fez tudo ao seu redor tremer; Deus também não estava no fogo, queimando e destruindo ao que por ele era atingido.

Onde Deus estava? Ele estava numa brisa suave!

Hoje, uma grande parte dos cristãos faz um culto com manifestações estranhas, cheias de barulho, êxtase, irreverência, agitação, gritaria, entre outras coisas, e diz ser essa a manifestação do Espírito Santo.

Mas a Bíblia mostra claramente que não é assim que Deus, o Espírito Santo, se apresenta ou se manifesta. Pelo contrário: Deus se manifesta de maneira suave, serena e tranquila, como uma brisa a sussurrar.

Isso diz muito sobre pregadores exaltados, gritarias e algazarras em cultos, caixas de som com volumes estridentes nas igrejas, músicas com o som elevadíssimo, e a atitude de agitação dos professos adoradores de Deus: tudo isso é incoerente com o próprio Deus!

Como tem sido os cultos em sua igreja? Mais parece com a manifestação de Deus, tranquila e suave como uma brisa a sussurrar? Ou nem parece com isso?

Que busquemos a adoração verdadeira, suave e tranquila, ao Deus único e verdadeiro, que se manifesta de maneira suave e tranquila.

Leia a Bíblia e não seja confundido!

(Henderson Rogers)

Adorando a Deus ou a quem?


“Desesperados, pulavam e dançavam em torno do altar. (...) Eles começaram a gritar mais alto ainda...” (1 Reis 18:26,28)
Essa foi uma cena de adoração registrada na Bíblia: pulos, danças, gritaria, barulho.
Eis um detalhe importante: foi uma cena típica de adoração ao deus pagão Baal, por falsos profetas, falsos adoradores! Era um ritual comum entre eles.
Isso mesmo. Quando o profeta Elias fez um teste para provar quem era Deus (se os deuses pagãos existentes, representado por Baal, ou se o Eterno, que havia libertado e conduzido Israel), os profetas de um deus criado, inexistente, os falsos profetas pularam, dançaram, gritaram e causaram o maior barulho!
Como tem sido a adoração da sua comunidade religiosa? Barulhenta? Há gritaria? Pulos, etc.? Se sim, cuidado! Essa "adoração" mais se parece com a adoração que os falsos profetas faziam a Baal! Pode ser duro de ler isso, mas está na Bíblia!
Deus não é surdo para que seja necessário falar ou cantar acima do nível de decibéis toleráveis para a escuta. Deus não está dormindo para que seja necessário pular e fazer barulho pra chamar Sua atenção.
Por mais que inventem rituais barulhentos, com pulos, danças, gritarias, agitação, e ainda atribuam essas atitudes ao Espírito Santo, a Bíblia mostra que tais atitudes não são provenientes do Espírito do Senhor, mas de falsos adoradores de falsos deuses! Pode até ser que isso aconteça motivado por algum espírito, mas definitivamente esse não é o Espírito do Senhor!
Em contrapartida, como foi a adoração do profeta Elias ao Senhor?
Ele montou o altar, obedecendo as ordens do Senhor e orou em reverência. Sem gritos, sem pulos, sem agitação, sem barulho. Simples assim. E Deus ouviu e o respondeu! (vs. 36-38)
Percebeu como é que se faz?

(Henderson Rogers)

Audiolivro O Amanhã Começa Hoje


Este audiolivro apresenta sugestões para uma vida de sucesso. Todo mundo quer vencer na vida. Uns ficam esperando que as oportunidades apareçam e acabam se transformando com o que conseguem na vida. Outros vão ao encontro delas e geralmente são lembrados pelo sucesso que alcançam.

Ele foi gravado para você que não acredita em fórmulas mágicas para o seu sucesso, mas acredita em si mesmo e não se conforma com a mediocridade. Afinal, seu amanhã pode começar hoje. O que será dele, depende de você. Faça o download nos links abaixo, em três partes:

Partes
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01. Capítulos 1 a 3
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02. Capítulos 4 a 6
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03. Capítulos 7 a 9
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04. Capítulos 10 a 12
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05. Capítulos 13 a 15
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Vale ressaltar que este blog não apoia a pirataria e nem hospeda nenhum desses materiais. Estes são facilmente encontrados espalhados pela internet.

Livro Esperança Viva



A vida é cheia de alternativas. Diversas profissões e carreiras, variadas opções filosóficas e éticas, múltiplas religiões. O que escolher?

A verdade vai além de doutrinas. Significa conhecer um Ser pessoal, que é a verdade em essência. Por outro lado, a verdade que provém desse Ser divino desperta novas convicções sobre a vida e o futuro. Traz uma esperança viva!


Este livro tem a autoria de Ivan Saraiva, apresentador do programa Está Escrito, da Rede Novo Tempo de comunicação.

Aproveite a oportunidade de conhecer essa Esperança por meio da leitura de um livro muito bom, de fácil compreensão e que produzirá profundas reflexões. Faça o download aqui.

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Audiobook Discípulos Modernos


Este livro ensina como formar cristãos participantes ativos, não apenas espectadores passivos, no cumprimento da Grande Comissão. Ele propõe nada menos que uma restauração do pensamento sobre como fazer evangelismo. A implementação dessas ideias resultará em igrejas amadurecidas, responsáveis por seu próprio crescimento espiritual e numérico. Haverá mais liberdade para disseminar o evangelho e plantar novas congregações. Imagine o que acontecerá quando a igreja redescobrir o segredo do poder!

Da autoria de Russell Burrill, essa obra já foi compartilhada em massa por meio do projeto WhatsApp #NaContramão (clique no link e saiba mais), via audiobook e você pode fazer o download tanto do áudio quanto do livro em pdf clicando nas opções abaixo. Aproveite, desfrute e compartilhe. 

Download do Audiobook


http://downloads.adventistas.org/pt/iasd-counter-link/NTM0Ng%3D%3D