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Ciência comprova: As relações que duram mais dependem de 2 coisas básicas



Milhares de casais se unem em matrimônio anualmente. No Brasil, o mês das noivas é maio, nos Estados Unidos, o mês mais popular para casamento é o mês de junho, onde em média 13.000 casais dizem "sim".

Desses casais que decidem passar a vida juntos, muitos não conseguem levar o relacionamento por muito tempo. Se você parar agora e analisar quantos casais você conhece que se casaram e se divorciaram, certamente terá que anotar, ou perderá a conta. Pensando nisso, que o psicólogo, John Gottman, juntamente com sua esposa também psicóloga, Julie Gottman, realizaram um estudo com casais para entender melhor o motivo do fracasso e do sucesso de seus relacionamentos.

A conclusão a que chegaram pode parecer óbvia demais, porém ao analisarmos os detalhes de nossos próprios relacionamentos, certamente identificaremos pontos que precisam de mais atenção.

Segundo o estudo dos Gottmans, as duas coisas básicas que movem um relacionamento até o fim da vida são generosidade e bondade.

John e Julie criaram o "The Lab Love" (O Laboratório do Amor), levaram 130 casais para seu laboratório do amor, onde passaram o dia realizando tarefas corriqueiras como comer, cozinhar, limpar, enquanto os cientistas sociais os analisavam. Ao fim das análises, os estudiosos classificaram os casais em dois grupos: mestres e desastres. Passaram-se seis anos e os casais foram chamados novamente. Os mestres permaneciam juntos e felizes. Os casais que pertenciam ao grupo "desastres" ou não estavam mais casados ou permaneciam juntos, porém infelizes. Esse resultado levou os cientistas a conclusão de que a generosidade é fundamental para o relacionamento entre o casal. Atos simples como responder a perguntas rotineiras com agressividade ou com generosidade afeta o futuro e a qualidade do seu relacionamento. Perguntas como: "Você viu aquele pássaro?" podem ser a deixa para a esposa demonstrar mais interesse pelos gostos do marido, agindo com generosidade e bondade, criando uma conexão entre os dois. Respostas ríspidas, desinteressadas ou ignorar o apontamento do seu companheiro por indiferença, significam bem mais do que apenas cansaço, ocupação, falta de tempo. Mas sim, podem representar que tudo é mais importante do que as coisas bobas que ele ou ela apreciam.

O estudo apontou que temos duas respostas a escolher quando se trata das questões de nossos companheiros, podemos optar por respostas generosas que nos aproximam como casal ou respostas ríspidas que nos afastam um do outro. Os "mestres" escolhiam respostas generosas, criavam uma conexão com o companheiro, demonstrando-lhe interesse em suas necessidades emocionais. Pessoas que agem com bondade e generosidade, como os casais que pertenciam ao grupo de "mestres" preocupam-se em criar um ambiente de apreciação e gratidão pelo o que o companheiro faz, em contrapartida, casais "desastres" constroem um ambiente baseado na insatisfação, sempre apontando para os erros do outro, para o que ele deixou de fazer, esquecendo-se dos pontos positivos.

A pesquisa mostrou que em situações como, o atraso da esposa ao se preparar para um jantar pode ser encarado pelo marido de duas maneiras diferentes: com bondade e generosidade ou com agressividade, concentrando-se apenas no fato de que ela sempre se atrasa, nunca se apronta na hora combinada, desconsiderando que o atraso pode ter sido motivado pelo tempo que ela gastou preparando uma surpresa para ele.

Generosidade e bondade

Generosidade e bondade podem salvar seu relacionamento. Não estou dizendo que no dia de aniversário de casamento, uma vez ao ano, você fará aquela surpresa linda, e pronto. O que a pesquisa revelou implica na aplicação diária de doses de generosidade e bondade, seja relevando uma coisa aqui, sendo gentil em outra situação ali, evitando cobranças desnecessárias e sempre, sempre e sempre concentrar-se no que a outra pessoa fez e faz de positivo, não de negativo. Sua esposa foi ao supermercado e comprou só alimentos, esquecendo-se do creme dental? Você escolhe: seja agressivo e reclame do creme que ela esqueceu ou agradeça pela comida que comprou. Sua escolha dirá que tipo de relacionamento você está vivendo.

John e Julie Gottman, após estudarem os casais com eletrodos enquanto conversavam, concluíram que casais do grupo "desastres" ficavam fisicamente afetados ao dialogarem com seus companheiros, fisiologicamente eram como se estivessem em guerra ou enfrentando um leopardo. Os "mestres" apresentavam passividade, relaxamento e tranquildade ao conversarem. E você? A qual grupo pertence?

(Familia.com.br)

Após 65 anos de casamento, casal morre com alguns minutos de diferença

Italvino e Diva deixaram um exemplo de amor para os familiares
(Foto: Fátima Possa Nunes/Arquivo pessoal)

Uma história que teve início no final da década de 1940 no interior do Rio Grande do Sul terminou na última sexta (4) no Hospital São Lucas da PUCRS, em Porto Alegre. Juntos há 65 anos, Italvino Possa, de 89 anos, e Diva Alves de Oliveira Possa, de 80, morreram com cerca de 40 minutos de diferença. Ele foi vítima de uma leucemia. Ela, acometida por um tumor na bexiga, partiu logo depois. O casal passou os últimos momentos de mãos dadas, com as camas juntas no quarto.

"O pessoal da PUC conhecia eles, sabia da luta deles, então juntaram as duas camas no quarto e eles vieram a falecer quase no mesmo horário, como se ele estivesse abrindo as portas para ela e arrumando a casa para eles ficarem juntos para sempre", diz o estudante universitário Rafael Max, um dos 14 netos do casal, que deixou ainda 10 filhos e seis bisnetos.

Foto tirada 10 minutos antes da morte de Italvino mostra o casal de mãos dadas no hospital
(Foto: Rafael Max/Arquivo Pessoal)

Italvino e Diva se conheceram durante um baile em 1948 e, um ano depois, se casaram. "Ele sempre frisava que era um ano a mais de casado, porque o que contava era o início do namoro. Se considerava um eterno namorado", conta Max.

O casal viveu em Marau e Passo Fundo, no Norte do estado, e também na capital gaúcha. Em todos estes anos de união, Italvino jamais deixou o romantismo morrer. Preparava o café da manhã para a amada e mantinha uma horta no pátio com as verduras "ao gosto dela". Além disso, a presenteava com flores. "Em todos os dias dos namorados, eles sempre comprou rosas para ela", conta.

Seu Italvino foi a principal referência paterna da vida do neto, que perdeu o pai quando tinha apenas três anos de idade e, até os 12, viveu com a mãe na casa dos avós. Ainda enlutado pela perda, ele exalta a retidão de caráter do avô.

"Nunca tive um exemplo de homem tão reto. Às vezes áspero, mas pela rudimentariedade da época em que viveu, mas muito justo e reto", relembra. Já a avó é considerada uma mulher "doce". "Ela tinha facilidade em lidar com as pessoas da família".

A religião adventista motivava o casal a fazer boas ações. "Eles sempre buscavam ajudar as pessoas necessitadas, com roupas. Se envolviam em projetos da igreja que frequentavam, e talvez por isso eram tão bons", relembra o neto.

Italvino foi o primeiro a descobrir a doença, em agosto do ano passado. Desde então, entre internações e altas, batalhava para permanecer ao lado da amada. Já neste ano, Diva recebeu o diagnóstico de câncer. Foi submetida a uma cirurgia em abril e deu início a um tratamento.

Na última quarta (1), já internada no hospital, a matriarca chamou a família para uma reunião. "Ela sentiu que a hora estava chegando, pediu para ver parentes e meu avô foi ao hospital. Depois da conversa que eles tiveram, tanto ela ficou mais tranquila quanto ele, que lutava contra uma doença", conta Max.

Italvino retornaria ao hospital na manhã de sexta-feira (4), após passar mal. Ele morreu por volta das 15h do mesmo dia. "Depois, minha tia falou no ouvido dela que meu avô tinha partido em paz. Ela ficou mais tranquila", contou.

Contrariados pela perda de um casal tão amado, os familiares reconhecem que, no fundo, foi melhor assim. "Eles não iam aguentar a dor de ficar um sem o outro", cogita Max, ainda emocionado com uma história tão rara de amor. "Nunca vi nada parecido".

(G1)

Casar é melhor do que apenas morar junto


Dizem que morar junto antes de casar aumenta o risco de divórcio. E, além disso, causa depressão. Pois é, nada bom. E o pior: os benefícios que o casamento traz à saúde não valem para os casais que apenas foram morar juntos, sem assinar a papelada, trocar alianças e aquilo tudo.

É o que acreditam os pesquisadores da Universidade de Virginia. Eles convidaram alguns casais “juntados” e outros casados de verdade para passar por um teste. Todos passaram pelo mesmo procedimento: uma pessoa deitava dentro de um aparelho de ressonância magnética e lá recebiam avisos sobre a probabilidade de levar um choque ou não.

Durante o processo, os voluntários podiam segurar a mão do parceiro, ou de um estranho ou de ninguém. Quando os casados pegavam na mão do companheiro, o hipotálamo, que desempenha um papel importante no reconhecimento de emoções e reações às ameaças, desacelerava. Era imediato. Como se fosse mais fácil lidar com o perigo com o amante por perto.

Já os “juntados” não tinham essa mesma reação: o perigo era tão estressante com ou sem o parceiro. Alguns, na verdade, até tinham, mas só entre aqueles se consideravam casados, apesar de não terem nunca assinado papéis ou feito uma grande cerimônia de casamento. “Há um efeito regulador forte e previsível entre os casados e nenhum efeito nos casais que apenas moram juntos”, explica Jim Coan, um dos autores da pesquisa.

Segundo os pesquisadores, os casais que moram juntos confiam menos um no outro. “Não casar significa manter um pouco de distância emocional. Você não está fechado nisso. Eu imagino que funcione como um sinal para o cérebro, que diz que você não pode terceirizar a resposta ao estresse para o seu companheiro”, conta Coan.

É… melhor casar, pessoal.

Casamento faz bem ao coração, afirmam cardiologistas

Imagem: Noivas.net

Estar casado ajuda a manter um coração saudável, enquanto ser divorciado ou viúvo está associado a níveis mais altos de doenças cardiovasculares, segundo um estudo realizado com 3,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos e publicado nesta sexta-feira.

Este é o maior estudo que mostra como a saúde cardíaca está ligada ao estado civil, e foi apresentado na conferência anual do American College of Cardiology, realizada em Washington neste fim de semana.

"Esses resultados certamente não devem levar as pessoas a se casar, mas é importante saber que as decisões sobre com quem você está, por que e por que não, podem ter implicações importantes para a saúde vascular", explica o autor do estudo Carlos Alviar, cardiologista do Langone Medical Center da Universidade de Nova Iorque.

De acordo com o estudo, para os casados, o risco de desenvolver qualquer doença cardiovascular é 5% menor em comparação com os solteiros. O risco de doenças cardíacas também é menor entre casados, em relação aos viúvos ou divorciados.

Os divorciados apresentaram uma maior probabilidade de desenvolver qualquer doença vascular, aneurisma da aorta abdominal, doença arterial coronariana e acidente vascular cerebral em comparação com solteiros e casados​.

Os viúvos mostraram probabilidades ligeiramente mais elevadas de sofrer qualquer doença vascular e doença arterial coronariana em comparação com os outros grupos.


"O estudo mostra que outros fatores de risco, como tabagismo, obesidade, hipertensão, diabetes e sedentarismo, também aumentam (o risco) junto ao fato de ser divorciado ou viúvo", indica Suzanne Steinbaum, diretora do departamento de mulheres e de doenças do coração do hospital Lenox Hill de Nova York.


(Info)

A Noiva do Cordeiro



Tanto no Velho como no Novo Testamento, a relação conjugal é usada para representar a terna e sagrada união que existe entre Cristo e o Seu povo. No espírito de Jesus, a alegria das bodas apontava para o regozijo daquele dia em que levará a Sua esposa para o lar do Pai, e os remidos juntamente com o Redentor se sentarão para a ceia das bodas do Cordeiro. Diz Ele: “Como o noivo se alegra da noiva, assim Se alegrará de ti o teu Deus.” “Nunca mais te chamarão desamparada, ... mas chamar-te-ão: O Meu prazer está nela; porque o Senhor Se agrada de ti.” “Ele Se deleitará em ti com alegria; calar-Se-á por Seu amor, regozijar-Se-á em ti com júbilo.” Isaías 62:5, 4; Sofonias 3:17. Quando João recebeu uma visão das coisas celestiais, escreveu: “E ouvi como que a voz de uma grande multidão, e como que a voz de muitas águas, e como que a voz de grandes trovões, que dizia: Aleluia: pois já o Senhor Deus Todo-poderoso reina. Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-Lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro, e já a Sua esposa se aprontou.” “Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro.” Apocalipse 19:6, 7, 9 (O Desejado de Todas as Nações, p. 117).

A igreja é a noiva, a esposa do Cordeiro. Ela deve se manter pura, imaculada e santa. Jamais deve ceder à qualquer insensatez, pois é a noiva do Rei. Todavia, ela não compreende sua exaltada posição. Se compreendesse, seria totalmente gloriosa (Manuscript Releases, v.16, p. 345).

Deus identifica a igreja como Seu corpo. A igreja é a noiva, a esposa do Cordeiro. Deus é o Pai de família, o Pastor do rebanho. É a fé em um Salvador pessoal que leva a pessoa à união espiritual com Cristo. Essa é a verdade que Jesus claramente ensina no sexto capítulo do evangelho de João (Manuscript Releases, v.16, p. 277).

Nas Escrituras, o caráter sagrado e permanente da relação entre Cristo e a Sua Igreja é representado pela união matrimonial. O Senhor uniu a Si o Seu povo, por meio de um concerto solene, prometendo-lhe ser o seu Deus, enquanto o povo se comprometia a ser unicamente d’Ele. Disse o Senhor: “E desposar-te-Ei Comigo para sempre; desposar-te-Ei Comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias” (Oseias 2:19). E noutro lugar: “Eu vos desposarei” (Jeremias 3:14). E Paulo emprega a mesma figura no Novo Testamento, quando diz: “Porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” (II Coríntios 11:2).

A infidelidade da Igreja para com Cristo, permitindo que a sua confiança e afeição se desviem dEle, e consentindo que o amor às coisas mundanas ocupe a alma, é comparada com a violação do voto conjugal. O pecado de Israel, afastando-se do Senhor, é apresentado sob esta figura. E o maravilhoso amor de Deus, que assim é desprezado, é descrito de uma forma comovente: “Jurei que havia de casar contigo e tu ficaste a pertencer-Me. Palavra do Senhor!... A tua beleza era impressionante; eras uma autêntica rainha. Tornaste-te famosa entre os povos pela tua enorme formosura, porque Eu te fiz mui atraente. Mas tu abusaste da tua beleza e fama e prostituíste-te com todos os que apareciam” (Ezequiel 16:8, 13-15). “Como uma esposa infiel, assim tu Me atraiçoaste, ó povo de Israel. Sou Eu, o Senhor, que to digo” (Jeremias 3:20). “És como uma mulher que comete adultério com estranhos em vez de amar o marido” (Ezequiel 16:8,13-15,32; Jerimias 3:20). 

(Ellen White - O Grande Conflito, p. 381, 382)

Seguros nunca, exceto quando confiamos em Deus



Não adulterarás (Êxodo 20:15). Esse mandamento proíbe não somente atos de impureza, mas pensamentos e desejos sensuais, ou qualquer prática com a tendência de os excitar. 
A pureza é exigida não somente na vida exterior, mas nos intuitos e emoções secretos do coração. Cristo, que ensinou os deveres impostos pela lei de Deus, em seu grande alcance, declarou ser o mau pensamento ou olhar tão verdadeiramente pecado como o é o ato ilícito...

Por todo o tempo quanto durar a vida, haverá necessidade de guardar as afeições e paixões com um firme propósito. Em nenhum momento podemos nos sentir seguros, exceto quando podemos confiar em Deus, tendo a vida escondida com Cristo.
Quanto mais perto de Jesus andarmos, tanto mais nos tornaremos participantes do Seu caráter puro e santo; e quanto mais ofensivo se nos parecer o pecado, tanto mais exaltados e desejáveis parecerão a pureza e o brilho de Cristo (Filhos e filhas de Deus, p. 62).

Os judeus orgulhavam-se de sua moralidade, e olhavam com horror às práticas sensuais dos pagãos. A presença dos oficiais romanos que o governo imperial trouxera à Palestina, era um contínuo escândalo para o povo; com esses estrangeiros, viera uma inundação de costumes pagãos, concupiscência e desregramento. Em Cafarnaum, os oficiais romanos, com suas alegres amantes, frequentavam os logradouros públicos e os passeios, e muitas vezes os sons da orgia quebravam o silêncio do lago, ao singrarem as águas tranquilas seus barcos de prazer. O povo esperava ouvir de Jesus uma severa acusação a essa classe; mas qual não foi seu espanto ao escutarem palavras que punham a descoberto o mal de seus próprios corações!

Quando o pensamento do mal é amado e nutrido, embora secretamente, disse Jesus, isso mostra que o pecado ainda reina no coração. A alma ainda se acha em fel de amargura e em laço de iniquidade. Aquele que encontra prazer em demorar-se em cenas de impureza, que condescende com o mau pensamento, com o olhar concupiscente, pode ver no pecado aberto, com seu fardo de vergonha e esmagador desgosto — a verdadeira natureza do mal por ele escondido nas câmaras da alma. O período de tentação sob a qual, talvez, uma pessoa caia em um pecado ofensivo, não cria o mal revelado, mas apenas desenvolve ou torna manifesto aquilo que estava oculto e latente no coração. Um homem “é tal quais são os seus pensamentos”; porque de seu coração “procedem as saídas da vida” (Provérbios 23:7; 4:23).

(Ellen G. White - O Maior Discurso de Cristo, p. 59, 60)

O lugar mais feliz da Terra



Se temos que influenciar o mundo para o bem, devemos diariamente levar a cruz, seguindo as pegadas de Cristo, subjugando a nós mesmos e desse modo produzir harmonia no lar. O mais agradável símbolo do Céu é um lar presidido pelo Espírito do Senhor. Se a vontade de Deus for cumprida, esposo e esposa se respeitarão mutuamente, e cultivarão amor e confiança.

Tudo o que pode arruinar a paz e unidade da família deve ser firmemente reprimido, e a bondade e o amor devem ser cultivados. A pessoa que manifesta espírito de ternura paciência e amor, verá que o mesmo espírito será refletido sobre ela. Onde reina o Espírito de Deus, não haverá rumor de incompatibilidade no relacionamento conjugal. Se Cristo, a esperança da glória, realmente estiver no centro de tudo, haverá união e amor no lar. Cristo habitando no coração da esposa estará em consonância com Cristo habitando no coração do esposo. Juntos, eles estarão se empenhando para habitar nas mansões que Cristo está preparando para aqueles que O amam (Signs of the Times, 14 de novembro de 1892).

Deus deseja que o lar seja o lugar mais feliz da Terra, o próprio símbolo do lar celestial. Assumindo as responsabilidades do casamento no lar, unindo seus interesses com Jesus Cristo, descansando em Seus braços e Suas promessas, marido e mulher podem desfrutar felicidade nesta união que os anjos de Deus louvam (O Lar Adventista, p. 102).

Na mente juvenil, o casamento se acha revestido de romance, e difícil é despojá-lo desse aspecto com que a imaginação o envolve, e impressionar a mente com o senso das pesadas responsabilidades compreendidas nos votos matrimoniais. Esses votos ligam os destinos de duas pessoas com laços que coisa alguma senão a mão da morte deve desatar.

Cada compromisso matrimonial deve ser cuidadosamente considerado, pois o casamento é um passo que se dá por toda a vida. Tanto o homem como a mulher devem considerar cuidadosamente se podem viver um ao lado do outro através de todas as dificuldades da vida enquanto ambos viverem (O Lar Adventista, p. 340).

Um presente dado no Éden


Aquele que deu Eva a Adão por companheira, operou Seu primeiro milagre numa festa de casamento. Na sala festiva em que amigos e parentes juntos se alegravam, Cristo começou Seu ministério público. Sancionou assim o matrimônio, reconhecendo-o como instituição por Ele mesmo estabelecida. Ordenou que homens e mulheres se unissem em santo matrimônio, para constituir famílias cujos membros, coroados de honra, fossem reconhecidos como membros da família celestial.

Cristo honrou a relação matrimonial tornando-a também símbolo da união entre Ele e os remidos. Ele próprio é o esposo; a esposa é a igreja, da qual diz: “Tu és toda formosa, amiga Minha, e em ti não há mancha.” Cantares 4:7.

Cristo “amou a igreja e a Si mesmo Se entregou por ela, para a santificar, purificando-a, ... para a apresentar a Si mesmo... santa e irrepreensível. Assim devem os maridos amar a sua própria mulher”. Efésios 5:25-28.

O vínculo de família é o mais íntimo, o mais terno e sagrado de todos na Terra. Foi designado a ser uma bênção à humanidade. E assim o é sempre que se entre para o pacto matrimonial inteligentemente, no temor de Deus, e tomando em devida consideração as suas responsabilidades.

Os que pensam em casar-se devem tomar em conta qual será o caráter e a influência do lar que vão fundar. Ao tornarem-se pais, é-lhes confiado um santo legado. Deles depende em grande medida o bem-estar dos filhos neste mundo e sua felicidade no mundo por vir. Determinam, em grande extensão, a imagem física e a moral que os pequeninos recebem. E da qualidade do lar depende a condição da sociedade; o peso da influência de cada família concorrerá para fazer subir ou descer o prato da balança.

A escolha do companheiro para a vida deve ser feita de molde a melhor assegurar, aos pais e aos filhos, a felicidade física, mental e espiritual — de sorte que habilite tanto os pais como os filhos a serem uma bênção aos semelhantes e uma honra ao Criador.

(Ellen G. White - A Ciência do Bom viver, p. 356-358)

Amor não combina com ciúme



Hoje vamos tratar um pouco sobre o ciúme. O que é ciúme? É um sentimento doloroso que machuca o coração dos que o sentem, levando-os além do controle de suas emoções. Em geral, esse sentimento é exteriorizado através de um profundo desejo de posse da pessoa que se pensa amar, seguido do medo de perde-la.

Embora, à primeira vista, o ciúme possa parecer um lindo e romântico sentimento, na realidade ele é doentio e altamente pernicioso para o desenvolvimento da paz e do verdadeiro amor.

C. Diane disse: “O ciúme é o germe do ódio no amor; mata-o às vezes, fere-o sempre”. Essa definição foi muito feliz. O ciúme mora numa casa geminada com o ódio. A distância que separa o ciúme do ódio é imperceptível. Em geral, os que se deixam envolver pelas garras do ciúme perdem o controle de suas emoções e, com muita felicidade, podem ser levados a praticar atos extremos; quando vierem a pensar sobre o que fizeram, poderá ser tarde demais.

Com palavras muito apropriadas, o apóstolo Paulo escreveu que o verdadeiro amor “não se conduz com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita e não suspeita mal” (I Coríntios 13:5 ARC). [Em outra versão bíblica, a Versão Almeida Revista e Atualizada (ARA) afirma que "O amor não arde em ciúmes" (I Coríntios 13:4]

Que profunda diferença entre o verdadeiro amor e o tipo de amor revelado por quem se deixa enredar pelas garras afiadas do ciúme! O ciúme é egoísta e possessivo. O verdadeiro amor é generoso. Assim, o ciumento só procura o seu bem e os seus interesses, ao passo que aquele que realmente ama procura o bem dos outros em de maneira muito especial, o bem da pessoa amada. O amor verdadeiro não se irrita por qualquer coisa e não suspeita mal.

Podemos evitar muitos males ao não permitirmos que as centelhas de ciúmes caiam sobre nosso coração. Pois, mesmo que sejam pequenas faíscas, poderão ocasionar grandes incêndios. Todo cuidado é pouco. Precisamos muito a ajuda divina para que o verdadeiro amor seja entronizado no coração. 

(Meditações Diárias, CPB, Uma Palavra Amiga, p. 23)

*Comentários de Henderson Rogers, autor do blog, entre colchetes "[ ]".

O lado negativo de "juntar os trapos" antes de casar



Juntar os trapos e ir morar com o parceiro antes do casamento pode parecer uma boa forma de “testar” se o relacionamento vai dar certo. Mas muitos casais que passam anos juntos morando debaixo do mesmo teto se divorciam pouco tempo depois do casamento.
Morar junto com um parceiro sem estar casado é uma prática cada vez mais comum. Só nos Estados Unidos, a coabitação aumentou em mais de 1.500% no último meio século. Em 1960, cerca de 450 mil casais não casados viviam juntos no país. Hoje, o número é de mais de 7,5 milhões.
Estatísticas apontam que a maioria dos jovens adultos na faixa dos 20 anos vai viver com um parceiro romântico pelo menos uma vez na vida, e mais da metade dos casamentos acontecem depois que o casal já mora junto. Essa mudança tem sido atribuída à revolução sexual e ao eficiente controle de natalidade. Além disso, dividir as contas torna a coabitação atraente.
Em uma pesquisa realizada em 2001 nos EUA, quase metade dos adultos na faixa dos 20 anos concordaram que só dá para casar com alguém se essa pessoa tiver aceitado morar com você antes, para que seja possível descobrir se o casal vai se dar bem dormindo sob o mesmo teto. Cerca de dois terços dos entrevistados disseram que morar juntos antes do casamento era uma boa maneira de evitar o divórcio.
Mas essa crença é contrariada pela experiência. Os casais que coabitam antes do casamento (e especialmente antes de um noivado ou compromisso) tendem a ser menos satisfeitos com seus casamentos, e mais propensos ao divórcio. Esses resultados negativos são o chamado “efeito coabitação”.
Pesquisadores originalmente atribuíam o efeito coabitação a ideia de que os casais que moravam juntos tinham ideias menos convencionais sobre o casamento, sendo, portanto, mais abertos ao divórcio. No entanto, como a coabitação virou uma coisa comum, estudos indicam que o efeito não é totalmente explicado por características individuais como educação, religião ou política. Pesquisas sugerem que pelo menos alguns riscos podem estar na coabitação em si.
Em parte isso acontece porque a coabitação é algo que “simplesmente aconteceu” durante o namoro, sem uma decisão pensada de um dos lados. O casal começa a ir dormir um na casa do outro para ficarem juntos e porque é mais barato e conveniente. O divórcio também pode ser prático quando o relacionamento não dá mais certo.
Os parceiros geralmente têm visões diferentes da coabitação, mesmo que inconscientemente. As mulheres são mais propensas a ver a coabitação como um passo para o casamento, enquanto os homens são mais propensos a ver isso como uma maneira de testar o relacionamento ou de adiar um compromisso mais sério.
Essa diferença pode criar menores níveis de compromisso mesmo depois que a relação progride para o casamento. Mesmo assim, homens e mulheres concordam que os padrões de vida em um casamento devem ser mais regrados do que enquanto eles apenas moram juntos.
A coabitação é divertida e econômica, mas pode trazer riscos. Depois de anos vivendo juntos entre colegas jovens da mesma idade, o casal pode começar a compartilhar tudo o que leva para a casa, desde animais de estimação até móveis. Mais tarde, isso pode gerar um grande impacto na probabilidade de separação. Quando se tem os mesmos amigos, mobília e animais, é muito difícil romper com a relação.
Algumas pessoas afirmam que nunca teriam se casado se não tivessem vivido juntos em um relacionamento de alguns meses. Outros querem se sentir comprometidos com os parceiros, mas preferem não assumir o compromisso do casamento.
A coabitação está aqui para ficar, mas há coisas que os jovens casais precisam discutir para proteger seus relacionamentos dos seus males. É importante discutir a motivação de cada pessoa e o nível de comprometimento quando passam a morar juntos. Ou seja, é necessário ver se a coabitação será um passo intencional em direção ao casamento, e não apenas um teste.


[HR] Mais uma vez a Bíblia parece ter razão em seus sábios conselhos sobre a importância do casamento.

A pessoa certa


Quando a vida torna-se equilibrada, se atinge um bom grau de maturidade, a situação financeira vai bem, os amigos se casam e a vontade de morar em um lugar para chamar de seu só aumenta, muitas pessoas comprometidas se questionam: será que encontrei a pessoa certa para dar o próximo passo?

As dúvidas fazem parte da vida. E os pés têm que estar bem firmes no chão antes de assumir um matrimônio, portanto, nada mais justo que questionar-se a respeito dos aspectos que envolvem um compromisso tão sério como este. E, verdade seja dita, quando estamos quase prontos, chegando lá, parece que bate uma ansiedade, uma angústia, uma insegurança tão grande a ponto de questionar até mesmo os sentimentos com relação ao outro.

Nos casais que estão há mais tempo juntos e que servem de inspiração aos mais novos é possível perceber que uma palavrinha faz toda a diferença: amizade. Desses exemplos concluo que as pessoas que consideram seu par seu melhor amigo já encontraram seu parceiro ideal.

Quem é o melhor amigo? Não é aquele que te aprecia do jeito que você é? Que te defende, que ressalta aos outros as suas qualidades? Que dá aquela bronca, quando ninguém está por perto, quando você está fora de si? Que na hora do aperto você chama seu nome? Que é fiel, compreensivo, sábio, dedicado? Que é a melhor companhia, para todas as horas? Que você pode passa horas ao lado e não vê o tempo passar?

Admiração é outro item que conta bastante para o fortalecimento das relações. Mas o que vem antes a admiração ou a amizade? Parece-me que ambas se misturam em algum momento, porque como alguém já disse “ninguém ama aquilo que não conhece”.


Se pensarmos nas características que compõem o que nós classificamos por melhor amigo e as encontrarmos em outras pessoas, que não no nosso namorado, ou namorada, devemos refletir seriamente a respeito de quão prazerosa e saudável é essa relação que estamos. Quem sabe, com trabalho e dedicação, é possível apostar em quem está do nosso lado.

Felizes daqueles que namoram com seus melhores amigos, porque, além da parceria emocional, têm os benefícios físicos da relação. Quando a hora certa chegar não hesite: a convivência no casamento e o passar dos anos vão fortalecer ainda mais os laços de amor e, principalmente, de amizade.

(Felizes para Sempre)

Bodas de Flores e Frutas

Este é um dia muito especial para mim. Há exatamente 4 anos estava iniciando a melhor experiência de minha vida. Isso mesmo, há 4 anos estava me casando com Francine da Silva Melo, a mulher da minha vida, de hoje e sempre e estamos hoje em Bodas de Flores e Frutas. Resolvi então compartilhar algumas fotos da cerimônia de meu casamento:

 Essa é a minha amada, a quem devoto meu eterno amor.
 Ah, não fazem noiva morena para colocar no bolo, nem noivo bonitão como eu, de óculos e bigode... que preconceito, hein? kkk


 [Abaixo] A família de Carlos Ferreira, um pastor de verdade, sua esposa, a "tia" Cláudia e o filhão "tigrão" que realizou a cerimônia do meu casamento.
[Abaixo] Hora da oração de consagração.
Esse é um grande exemplo do motivo pelo qual este blog é entitulado "Na Contramão...". Enquanto casamentos se desfazem e a juventude da qual faço parte, só quer saber em não ter compromisso nos relacionamentos, eu trilho um caminho que não é comum à maioria: mostro que é possível ser feliz num relacionamento só, num matrimônio abençoado por Deus. Este é o segredo. Deus é o segredo. O constante amor a Deus nos fazem ter amor pra toda vida para compartilharmos em nosso matrimônio. E é o amor que nos traz a liberdade. Experimente-o.
[Abaixo] Minha mãe Claudineide e meu irmão Hendrickson.
[Abaixo] Minha sogrinha, Maria.
Enfim, sou muito grato ao meu Deus que me deu a única capaz de me fazer sentir um homem realizado, minha esposa Francine. Sou também muito grato à minha esposa que me faz o homem mais feliz do mundo, com seu amor, seu cuidado e sua dedicação...
Ich Lieb Dich!!!

Bom, como sempre cada post tem algo a lhe falar, se eu posso falar alguma coisa, quero apenas citar a música abaixo. Leia e reflita. Ah, e ouça também... hehehe

Canção do Amor (nossa música)

Composição: Lineu Soares e Valdecir Lima

A vida tem surpresas que compensa aguardar
Tem segredos tão bonitos que Deus quer nos revelar
Nos encontros que essa vida, preparou pra nos brindar
Seus encantos revelou, em quem vive para amar
Quem ama se entrega, pra servir e pra crescer
Pois o amor é uma escolha, de quem quer felicidade
Ser livre é muito bom, mas Jesus nos faz saber
É o amor, que nos traz a liberdade, a liberdade
O mundo tem caminhos que o amor sabe entender
Pra vencermos os espinhos, só Jesus nos dá poder
Cristo hoje nos inspira, a vivermos pra compor
A história mais bonita, a maior canção de amor
Quem ama se entrega, pra servir e pra crescer
Pois o amor é uma escolha, de quem quer felicidade
Ser livre é muito bom, mas Jesus nos faz saber
É o amor, que nos traz a liberdade, a liberdade

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