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Ator cristão que interpreta "Jake" de Two and a half men, não terá papel fixo na próxima temporada



A série de televisão americana “Two and a Half Men”, ganhou mais uma temporada, mas dessa vez não poderá contar com o ator Angus T. Jones que vive o menino Jake no seriado. Segundo informações divulgadas pela revista “Entertainment Weekly”, Jones sempre foi um dos principais atores da série, mas a partir da próxima temporada não terá um papel fixo nos novos episódios da trama.

A relação de Angus Jones e a produção de “Two and a Half Men” ficou mais conturbada depois que, em meados de 2012, quando o jovem entrou para a igreja Adventista e fez uma declaração polêmica. EM um vídeo divulgado na época, Jones afirma que uma pessoa não pode ser temente a Deus e participar de uma série televisiva como “Two and a Half Men”, e que no fundo ele sabia que não podia fazer as duas coisas. Ele ainda comentou que não estava bem com o que a Bíblia pregava e com o que ele fazia no seriado.

Este é o segundo personagem que é retirado da série americana. [...]


[HR] Saiba mais sobre este assunto, sobre o motivo da saída do ator da série, bem como assista à "declaração polêmica" clicando aqui e aqui.

"Festival Promessas" e o consumismo da "fé"

A emissora pretende maior aproximação com os evangélicos a partir de 2013. Na pauta de discussões, a viabilização de uma maior aproximação entre a Globo e os evangélicos

Em meados de Novembro, líderes evangélicos foram convidados e estiveram no centro de teledramaturgia da emissora - Projac - para uma reunião com  o diretor de Projetos e Eventos Especiais da Globo. Estiveram presentes na reunião, vários líderes religiosos, entre lideranças ligadas à  Confederação dos Conselhos de Pastores e Evangélicos do Brasil (CONCEPAB).

Os líderes acreditam no sucesso dessa relação e que isso possibilitará a maior divulgação do Evangelho. A reunião veio depois de iniciativas da emissora em alcançar a massa evangélica através de eventos. Em 2011, a Globo, através da sua empresa de entretenimento Geo Eventos, realizou o Festival Promessas, cujo público alvo foi o evangélico.
A empresa também tem planos de lançar uma feira gospel, a "Feira Internacional Cristã", que vai concorrer  com a atual ExpoCristã, considerada a maior feira de produtos cristãos na América Latina.

Críticos veem nessa aproximação interesses comerciais, dado ao crescimento do número de evangélicos no país. Há os que creditam essa aproximação, a uma concorrência maior contra a TV Record que pertence ao Bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, cuja emissora é concorrente direta da Globo, inclusive por adotar perfil de programação muito semelhante. Por outro lado, essa aproximação seria um "prato cheio" para evangélicos que visam maior popularização de sua marca e seus produtos e se tornar alvo do holofote da fama e glória terrenas.Trata-se de interesses comuns, que se distancia em muito da proposta evangelizadora, apesar de ser este o pretexto utilizado por muitos líderes religiosos e artistas. A Globo tem sido criticada por diversos segmentos evangélicos pela temática que defende em sua programação, principalmente novelas, que segundo creem, depõem contra os valores de família tão respeitados pelos crentes.  Essa aproximação pode ser, também, uma tentativa de "limpar a barra" com os cristãos.

Quando percebo algo dessa natureza, lembro-me do versículo "Vigiai, porque o diabo vosso adversário vive em derredor procurando alguém que possa tragar". O que deslumbra a muitos é que o leão não parece ofensivo como outrora fora, e ao invés de "tragar", muitos passam a se aproximar dele, encantando-se apaixonadamente por sua performance. Viu? não faz mal nenhum, dizem alguns.

Evangelho banal
Há uma crescente mudança na postura de determinadas Igrejas, vistas no passado como conservadoras. A necessidade de explorar popularidade e converter novos membros, tem feito muitas dessas religiões mudarem a linguagem, a visão, a estética e até comportamentos e certas ‘doutrinas’ para se tornarem aceitas pela maioria que procura um grupo que se identifique com seu perfil e corresponda a suas expectativas.O que ocorre no mundo mercantilista, acontece no âmbito religioso, em alguns casos como “isca” para atrair novos fiéis que acabam se sentindo enganados quando se deparam, na prática, com as ações do grupo; e há mesmo os que se apresentam com suas características reais. O nome 'protestante' já não é mais bem visto pelos que defendiam os valores e princípios religiosos independentemente das inclinações sociais e de suas vontades. A chamada "política da boa vizinhança" tem feito muitos deixarem de fazer sua luz brilhar. As relações respeitosas não significam compactuar com interesses que ferem o compromisso com o evangelho genuíno. Uma aproximação de propósitos definidos, certamente levam à uma mudança, a uma transformação no modo de agir. O oportunismo pela fama, é a perseguição de muitos apenas para constar em seus currículos o seu circulo de relacionamentos.

A 'glamurização' de artistas gospel torna-se armadilha para os de boa fé
Penso que a  religião deve ser um elemento de transformação da sociedade, que sugira mudança de rumo, não a reprodução do status quo, popularizando um evangelho que, na prática, não produziria os resultados supostos. Os argumentos utilizados são hipotéticos e, em muitos casos, não alcançam o que se espera, a não ser um número cada vez maior dos que se consideram evangélicos, que gostam de determinados cantores, ou um pastor ou padre popstar que conquista uma gama de fãs, e isso consequentemente não tem colaborado para a prática verdadeira da solidariedade, o amor ao próximo, a prática da palavra de Deus.  – É  neste ponto que muitos perdem o propósito, e acabam vivendo um namoro perigoso numa linha tênue entre o santo e o profano, entre o egoísmo e o altruísmo, que aos poucos, pode afastar-nos do propósito oponente às coisas do mundo.  

Esses  dias  me deparei com uma pessoa cantarolando uma música gospel de um cantor muito conhecido. Puxei conversa com ele e perguntei se ele era evangélico. Ele disse que não era, mas gostava de músicas gospel. Perguntei se ele tem vontade de ser evangélico, e ele respondeu: “Ah não! Eu gosto das minhas cervejinhas; eu fumo, gosto de uns pagodes também e crente não faz essas coisas”. Talvez para o cantor em questão seja algo muito interessante, pois se seu propósito é que sua música seja famosa, o objetivo foi concretizado, pelo menos nesse caso.  Essa abordagem não tem nenhum  valor  científico pois foi realizada por mim informalmente, mas a suposição de que a “popularização” das músicas e de produtos do mercado gospel tem efeito evangelizador pode não ocorrer da maneira como se pretende. O público consome, e volta à mesma vida; continua em suas mesmas práticas. Fazem o sinal da cruz em respeito às coisas sagradas, mas como uma 'obrigação' costumeira.  O argumento de realizar algo extraordinário ou popularizado para arrebanhar fiéis para o reino de Deus sempre está por trás de qualquer ação, que no fundo revela o interesse mercadológico da exploração da fé e do nome Jesus para justificar tudo o que é realizado em seu nome. E tudo continua como está.


[HR] Só um adendo ao post, no que se refere ao título que dei: O site BrasilEscola.com define consumismo como:

Consumismo é o ato de comprar produtos e/ou serviços sem necessidade e consciência. É compulsivo, descontrolado e que se deixa influenciar pelo marketing das empresas que comercializam tais produtos e serviços. É também uma característica do capitalismo e da sociedade moderna rotulada como “a sociedade de consumo”.
O consumista diferencia-se em grande escala do consumidor, pois este compra produtos e serviços necessários para sua vida enquanto aquele compra muito além daquilo de que precisa.
O consumismo tem origens emocionais, sociais, financeiras e psicológicas que juntas levam as pessoas a gastarem o que podem e o que não podem com a necessidade de suprir a indiferença social, a falta de recursos financeiros, a baixa autoestima, a perturbação emocional e outros.
As consequências ruins ao consumista são: processos de alienação, exploração no trabalho, multiplicação de supérfluos (que contribuem para o processo de degradação das relações sociais e entre sociedades) e a oneomania (que é um distúrbio caracterizado pela compulsão de gastar dinheiro. É mais comum nas mulheres, tomando uma proporção de quatro por um). Além disso, o meio ambiente também sofre com este “mal do século”, pois o aumento desenfreado do consumo incentiva o desperdício e a grande quantidade de lixo.
E é isso que tem acontecido ao que acham ser "fé" ou "evangelho", mas por definição bíblica nem se parece com isso, e que tem provocado uma alienação ímpar. Se você é cristão, evangélico, pense bem no que você está consumindo e seja um cristão autêntico, andando #NaContramão do mundo!

Ator de "Two and a half men" aconselha a não assistir a série



Em entrevista a uma canal virtual de uma igreja norte-americana o ator Angus T. Jones fala sobre como sua fé em Deus tem influenciado em sua vida e aconselhou a quem assiste o seriado "Two and a Half Men" - no qual ele interpreta o papel de Jake Harper - o seguinte: "não assistam mais a Two and a Half Men".
Você pode conferir nos vídeos que seguem abaixo essa entrevista, que está em inglês mas pode ser vista com legendas ao ativar essa opção disponibilizada pelo Youtube, mas antes gostaria apenas de ressaltar algumas falas dele sobre esse assunto.
"Se eu não estou fazendo o trabalho de Jesus, Deus pode me levar agora, já posso morrer. Não quero contribuir para o plano dos inimigos. Eu até poderia pensar, 'posso ser um cristão e trabalhar na série', mas, não. Não posso. Você não pode ser um bom cristão estando em um programa de televisão como esses. Eu sei que não posso".
É incrível como, nos tempos em que vivemos, ainda existam pessoas, como o jovem ator Angus T. Jones, um dos jovens atores norte-americanos que recebem o cachê mais alto, que preferem correr o risco de perder muita coisa mas não deixam proclamar seus princípios e sua fé em qualquer oportunidade, falando e praticando. Explicando como resolveu conhecer e obedecer a Bíblia e amadurecer sua fé, Angus Jones, que recentemente se tornou adventista do sétimo dia (ver neste outro post), relatou: 
"No dia 22 de janeiro, eu estava conversando com um amigo e, na época, não sabia se continuaria no programa ou se iria para a faculdade. Ele me disse que, se estivesse no meu lugar, continuaria na série por causa da situação da sua família. Aquilo me atingiu de uma forma interessante, porque esse cara é um guitarrista muito talentoso que sequer tem amplificador. Depois ele ficou me perguntando um monte de coisas e logo percebi que não era ele e, sim, Deus falando por ele".
"Então, um outro amigo me contou sobre uma congregação religiosa de negros, essas coisas gospel, e eu gosto de negros. No primeiro dia que fui a ela vi que a mensagem dita ali era feita para mim. Falava sobre a minha vida, sobre o que eu tinha que fazer...descobri que aquela era minha igreja."
Finalizando a entrevista ele mirou a câmera, se dirigindo ao público que assiste ao seriado e disse:
"As pessoas me veem e dizem, 'uau, você é o Jake!'. Mas o Jake não significa nada. Por favor, se você vê Two and a Half Men, pare com isso. Estou dentro da série e não quero estar. Por favor, pare de encher sua cabeça com essa bobagem. Dizem que é entretenimento, mas faça uma pesquisa por você mesmo sobre os efeitos da televisão em seu cérebro e você conseguirá formar uma opinião sobre a TV. E as notícias não serão nada boas."
Confira logo abaixo a entrevista dividida em duas partes:


(Editado por Henderson Rogers. Partes da entrevista transcrita foram retiradas de Terra)

Angus Jones de Two and a half men conhece a Bíblia



Você provavelmente conhece o seriado de TV "Two and a Half men", que no Brasil é conhecido como Dois homens e meio. Acontece que Angus T. Jones, o ator que interpreta o personagem Jacob David Harper - ou simplesmente Jake - desde seus 9 anos, fez uma revelação no mínimo surpreendente: ele se tornou adventista do sétimo dia. Isso mesmo. Surpreendente porque, sendo uma celebridade mundial, não é comum escolher estudar a Bíblia, conhecer os conselhos divinos  reconhecer o Criador como seu mestre e Senhor, reconhecer como seu Salvador pessoal, e resolver obedecê-Lo conforme os ensinos bíblicos ansiando a 2ª vinda de Jesus, conforme diz a Bíblia. Aliás, isso é o que significa ser um adventista.

No dia 8 de outubro, data de seu aniversário de 19 anos, Angus gravou uma entrevista para o programa “Turning Point” da Hope Channel, uma espécie de TV Novo Tempo para os Estados Unidos, dando o seu depoimento e relatando como foi que ele conheceu a Bíblia, conheceu a Jesus e se tornou adventista. Apesar de o seriado que ele faz parte não ser religioso, Angus vê sua associação com o programa como uma oportunidade de compartilhar sua fé com pessoas que de outra forma nunca poderiam conhecer o que as verdades bíblicas revelam sobre Jesus. Caso isso tenha despertado em você a curiosidade sobre a Bíblia, não deixe de entrar em contato conosco. Aproveite para conhecer um estudo sobre a Bíblia clicando aqui.

Segue abaixo, em inglês, a entrevista gravada em outubro com a apresentadora Connie Vandeman Jeffery, que irá ao ar em 2013:




O mal contra o mal na novela das 9



O que mais vem chamando a atenção dos adoradores da novela das 9, Avenida Brasil, é que a vilã é uma troglodita, e a mocinha é pior ainda. Nenhuma é boazinha. No festival de maldades apoteóticas que virou obsessão nacional, não existe a princesinha de porcelana, inocente e indefesa. Carminha (Adriana Esteves), que até aqui respondeu pelo papel de bandida oficial, até sabe fazer beicinho, como se fosse uma donzela da extinta Jovem Guarda, mas sua candura, quando aflora, é puro fingimento. No polo oposto, Nina (Débora Falabella), que seria a mocinha, guarda uma bruxa má e ressentida dentro de sua formosura adolescente. Tem os braços finos de garota rica e os olhos flamejantes de dragão, olhos que são uma janela para o inferno.

Mas... e o bem? Onde foi parar o bem? No duelo do mal contra o mal, irrompe essa pergunta aflita. No universo das novelas, é uma interrogação incomum – e muito corajosa.

Aí está o sentido profundo do engenhoso suspense criado por João Emanuel Carneiro. O bem evaporou. Qual será a referência moral agora? Avenida Brasil é um melodrama escarrado, como todas as novelas anteriores, mas é, ao mesmo tempo, um melodrama diferente. É melodrama porque os elementos melodramáticos estão todos lá: o casalzinho que enfrenta descaminhos antes de consumar seu desejo, a criança injustiçada que cresceu e quer vingança, o moço bonito que não sabe quem é seu pai de verdade, a pobre que fica rica, a rica que fica pobre, além da inveja, do ódio e do amor, o amor, o amor.

No mais, Avenida Brasil é diferente. Nela, não cabem as soluções moralistas. Uns são maus, e os outros também. Uns e outros são mensageiros da perfídia. Até mesmo Tufão, o raríssimo exemplar de bom caráter, é meio abobado e tem seu lado sombrio: atropelou e matou um homem, ainda que acidentalmente e, no início da história, fraquejou e traiu a noiva, ainda que lhe reste a desculpa de que só agiu mal por ter caído na armadilha de Carminha.

Uns roubam, outros premeditam as agressões mais vis, e há os que escondem crimes, próprios e alheios, num ambiente em que toda fidelidade será castigada. Ao menos por enquanto, Avenida Brasil não trabalha com a ideia de pureza e não alimenta esperança na virtude. E, se não há virtude, se o mal é convocado a lutar contra o mal, existirá um happy end em que o bem possa finalmente vencer?

O potente sucesso do atual novelão das 9 pode ter a ver com essa pergunta. Além dos bons atores, quase de praxe, dos novos enquadramentos, dos diálogos que finalmente trazem alguma espontaneidade, Avenida Brasil reflete dúvidas morais que tocam a alma brasileira do nosso tempo. Esse talvez seja o ponto central. Muito se falou que a novela tinha acertado ao pôr a classe C como protagonista, mas isso já foi tentado antes – e só isso não explica o êxito. Se a trama das 9 nos magnetizou é porque soube perguntar no tom exato, com os personagens certos: a virtude é factível nessa grande avenida chamada Brasil?

Desde muito tempo, a novela das 8 (que hoje vai ao ar às 9) tem sido a grande metáfora do país. Desta vez, a metáfora ficou mais explícita, a começar do nome: Avenida Brasil. Segundo a radiografia chocante que essa metáfora nos apresenta de nós mesmos, somos um país que perdeu a inocência e teve de amadurecer no desencanto, pondo em xeque todos os idealismos.

A pergunta sobre a existência da virtude está, para nós, na ordem do dia. Pensemos um pouco sobre o desmoronamento de nossas esperanças mais recentes. Logo após o fim da ditadura militar, nosso eleitorado acolheu as promessas de um salvador da pátria, um “caçador de marajás”, que fazia poses de príncipe anabolizado em cima de um cavalo branco (ou de uma motocicleta japonesa). Terminou em impeachment. Depois, os que derrubaram o salvador desmoralizado, que posavam de heróis, com aura de redentores, revelaram-se, eles também, um tanto malignos. Agora, estamos aí às voltas com o julgamento do mensalão, que evolui como novela misturada com reality show.

Não, não há mais lugar para redentores. O imaginário nacional parece mais adulto. Em lugar de buscar o paraíso na Terra, parece mais aberto a lidar com saídas realistas, humanas e dignas. Já não aposta tanto no herói incorruptível – e vai descobrindo o valor de instituições sólidas, ainda que operadas por homens e mulheres imperfeitos.

Na novela é fácil: o amor (sempre ele) acaba dando jeito nas misérias. Quanto ao Brasil de verdade, é mais difícil. Não perca os próximos capítulos da nossa história real.

(Eugênio Bucci - jornalista, professor da ECA-USP, professor da ESPM - Observatório da Imprensa)

A influência dos livros



Quer virar um vampiro? Uma boa maneira de começar, aparentemente, é lendo bastante sobre eles. Ah, se preferir se tornar um bruxo, a dica também vale.
Nós somos tão loucos nos identificamos tanto com os personagens dos livros que lemos (e curtimos!) que acabamos adotando, sem perceber, algumas características do comportamento deles. Isso já foi comprovado por vários estudos, e é considerado normal. A novidade maluca aqui é que o efeito é verdadeiro mesmo quando os tais personagens são seres que não existem.
Pesquisadores da Universidade de Buffalo (EUA) colocaram 140 voluntários para ler, por 30 minutos, trechos de um livro da série Crepúsculo ou da série Harry Potter. Depois, todos tiveram que responder a questionários que incluíam, no meio de  perguntas normais (para ninguém desconfiar), questões mais direcionadas — para os que leram sobre vampiros, “quanto tempo você conseguiria ficar sem dormir?” e “o quão afiados são os seus dentes?”, por exemplo; para os que ficaram com os bruxinhos, coisas como “você acha que, se tentasse bastante, poderia ser capaz de mover um objeto usando apenas o poder da mente?”.
“A análise mostrou que os participantes que leram sobre bruxos começaram a pensar como bruxos, enquanto os que leram sobre vampiros começaram a pensar como vampiros”, diz o estudo. Ou seja, os dois grupos ficaram mais propensos a acreditar que tinham ou poderiam desenvolver capacidades sobrenaturais após lerem as histórias. Na prática, isso não significa muita coisa — a mudança, normalmente, é inconsciente, e o efeito do livro tende a se dissipar em pouco tempo, conforme a gente se foca em outra história. Mas não é muito louco?
Vale tomar cuidado para não sair mordendo ninguém por aí, tentando voar etc.

(Superinteressante)

[HR] Será que alguém ainda tem alguma dúvida sobre a influência da mídia (inclua aqui livros, revistas, músicas, sites, etc.) em nossas vidas? Se um livro, que requer de nossa imaginação, já influencia, quanto mais um filme, em que a imaginação parece se tornar realidade na telinha! E o que falar das músicas, que podem nos passar sem percebermos?
Não é à toa que a Bíblia já nos aconselha há milênios: 
"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração [a tua mente], porque dele procedem as fontes da vida."  (Provérbios 4 : 23)
E não para por aí. A importância de mantermos a mente afastada de coisas que não contribuam para o nosso crescimento é sempre recomendada. Aliás, como vimos anteriormente, dela que procedem as fontes da vida, e isso pode acabar determinando quem somos, através da influência sobre nossas ações e pensamentos. Por fim, o conselho bíblico é extremamente válido. Pense nisso, e haja:
"Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai."  (Filipenses 4 : 8)

TV é nociva à primeira infância



Desde que a televisão virou o protagonista das salas de estar do mundo inteiro, há crianças pequenas que deixam de fazer brincadeiras à moda antiga para passar horas em frente à tela. Um grupo de pediatras americanos alerta: isso pode ser muito nocivo para os pequenos.
O foco da pesquisa é em crianças abaixo de dois anos, ou seja, a primeira infância. Nos Estados Unidos, isso tem se mostrado um problema alarmante. Dentre as crianças americanas de até dois anos de idade, 90% já têm o hábito de assistir alguma mídia, dentre as quais a televisão ainda reina. Um terço das crianças de até três anos já dispõem de uma TV no próprio quarto.
Quem fez essa pesquisa foi a Academia de Pediatria dos EUA. Logo de início, a instituição já declara algo para fazer os pais pensarem: existe a ideia de que os programas de TV infantis auxiliam no aprendizado das crianças, mesmo tão jovens, mas eles garantem que isso jamais foi comprovado totalmente.
Os médicos vão ainda mais longe, afirmando que a simples existência da TV na sala ou no quarto já pode ser um problema. Isso acontece, basicamente, porque o aparelho de TV distrai a atenção total da criança de brincadeiras mais lúdicas e saudáveis. Além disso, pode distrair os próprios pais nos momentos em que brincam com os filhos, o que evita que haja interação total entre o adulto e a criança.
Os estudos na área, em geral, apresentam resultados variados. Já houve pesquisas que enaltecem alguns benefícios da televisão a crianças, nas quais se afirma que a telinha pode desenvolver a linguagem e as habilidades sociais dos pequenos.
Os pediatras dos EUA não negam isso, mas dizem que o benefício não se aplica a crianças tão novas. Segundo eles, é preciso que a criança preste atenção e entenda pelo menos a maior parte do que acontece na tela para que realmente haja melhora nesses indicadores. E isso, segundo eles, é uma impossibilidade antes de a criança completar dois anos. Isso ficou comprovado em outra pesquisa, na qual as crianças abaixo de dois anos assistiam a um programa mesmo que passasse de trás para frente, e apenas as mais velhas notavam que havia algo errado.
A receita para minimizar os problemas é clássica: os pais devem impor limites. Em atitudes simples, como desligar a TV se ninguém estiver assistindo, já se consegue um ganho em relação a isso. Para os pais participarem mais da educação de crianças pequenas, devem dar preferência a jogos recomendados por pedagogos, e direcionados para a idade da criança.


(Hypescience)

Pedra maia e 2012? Desvendado!

No dia 29 deste mês, em Tabasco, México, a pedra maia sobre a qual gerou-se um grande tumulto, totalmente desnecessário, foi exibida ao público a fim de que o anúncio sobre o fim do mundo em dezembro de 2012 fosse desvendado. A pedra, formada de calcário e esculpida com martelo e cinzel, que continha o calendário maia, está nada mais do que incompleta. "No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar", enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História.
Provavelmente a crença sensacionalista, completamente sem base para existir, foi difundida mundialmente com a produção de Hollywood “2012” que apresenta um cenário do fim do planeta. "No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico", afirmou Romero.
O pior de tudo é ver que existem pessoas completamente envolvidas com esse tipo de crença. Depois do filme surgiram milhares de "seguidores". Pessoas que procuram crer em algo, e simplesmente, creem. Mas a Bíblia, a Palavra de Deus, já dizia que não há como saber "nem o dia nem a hora" (Mateus 25:13) que ocorrerá o fim do mundo, por meio do retorno de Jesus a Terra (Apocalipse 3: 11). Por que não buscam crer nisso? Aliás, a Bíblia apresenta diversas evidências de sua veracidade e o cumprimento de suas profecias, todas, só apontam isso (ver "A Bíblia é autêntica?")! A verdade é que em cada ser humano existe um vazio que só Deus pode preencher. Muitos buscam em vão preenchê-lo com crenças infundadas como esta em questão, outras tentam não crer em nada, mas acabam crendo em um outro tipo de doutrinas fundadas por homens.
Porém nesta citação de José Luis Romero, divulgada pelo G1 de onde me baseei para criar esse post, pelo menos uma coisa chama atenção, conforme mencionada pelo jornalista Michelson Borges, em seu blog: "Centenas de culturas antigas também se referem ao dilúvio universal; outras tantas culturas trazem resquícios do relato da criação semelhante ao que encontramos na Bíblia. Seria essa referência à vinda do “senhor dos céus” outra “semente da verdade” que ficou na memória do povo maia? É bom lembrar que muito tempo antes da encarnação de Jesus, Enoque, o sétimo depois de Adão, já proclamava a segunda vinda de Cristo (cf. Judas 14). Portanto, esse evento futuro pode muito bem ter sido preservado entre as tradições orais e escritas de alguns povos antigos." No mínimo curioso, não? Pense nisso e conheça mais sobre a Bíblia clicando aqui.

Violência na TV

Uma indignação profunda me motiva a escrever este texto. Nos últimos 15 dias assisti na TV (precisamente Rede Globo, Jornal Nacional e Jornal da Globo) a matérias sobre tentativas de assalto seguidas de assassinato que foram gravadas por circuitos de segurança interna e, posteriormente, exibidas. Cenas de execuções sumárias, imagens violentas, veiculadas em horário impróprio para crianças e adolescentes.
Na primeira matéria, um rapaz universitário, em São Paulo, é abordado por dois homens ao chegar em casa à noite. Depois de uma confusão que não entendi totalmente, os assaltantes vão embora, o rapaz volta para fechar o portão, um dos bandidos reaparece e atira na cabeça dele. Na imagem, vemos o corpo caindo, o sangue e, minutos ou segundos depois, os pais apavorados que vêm ao encontro do filho morto. Toda a cena foi filmada pela câmera particular da família e reproduzida (com autorização de quem?) pelas redes de TV.
Nas imagens de hoje (23/3), outro jovem é a vítima, agora de policiais militares (acho que de Bélem). O jovem é abordado, levado para um canto na rua e, de repente, um policial dispara em direção ao corpo do rapaz, ele balança e o tiro parece atingir a barriga. Nesse momento, decido que não vou continuar vendo as imagens e mudo de canal.


Imagens assustadoras 

Legalmente, a mídia pode exibir essas imagens? Existe um código de ética que trata da questão? Por que a mídia exibe e reproduz essas imagens? Por que é preciso mostrar a morte? Por que precisamos conviver com essas imagens? Conviver, sim, porque enquanto faço minha aula de ginástica uma TV ligada mostra o assassinato do rapaz em São Paulo. Não tenho o direito de desligar a TV, como fiz hoje em casa. Mostrar a morte, além de desrespeito com os familiares, é uma banalização da violência. Acho que esse assunto merece uma discussão mais profunda, cuidadosa e ética.
Quais são os limites – limite não é censura – do jornalismo televisivo? Qual o futuro do telejornalismo num contexto cada vez mais fotografado, vigiado, filmado? A lógica do furo? Da "melhor" imagem? Da informação "completa"? Do direito à informação? E quando os cinegrafistas são "substituídos" por câmeras que funcionam 24 horas e gravam tudo? É preciso mostrar tudo? Não mostrar a morte é esconder que vivemos num país cada dia mais violento? Mostrar reiteradamente assassinatos tem alguma função, além de criar paranoia e medo na população? Precisamos ver assassinatos como esses para acreditar que eles existem?
Peço desculpa pelos erros e informações incompletas, escrevi no calor da hora, uma espécie de desabafo, espero que vocês de alguma forma possam reverberar essas questão. Por que o cinema (um certo tipo de cinema) discute tanto essas questões e o jornalismo não? As implicações éticas de uma imagem, as representações e ideologias que as imagens engendram e reproduzem, as construções parciais e frágeis de mundo que sustentam, o modo como jornalismo tem lidado com essas imagens me assusta profundamente.

(Flávia Péret - Observatório da Imprensa)

[HR] Observem que essa é uma indignação referente aos noticiários de certos canais exibirem cenas fortes, violentas. Imagino quais seriam os comentários referente ao restante da programação de todos os canais televisivos! Vale ressaltar que a matéria original da coluna "Feitos & Desfeitas", aliás muito bem preparada por Flávia Péret do Observatório da Imprensa, é intitulada "Violência em horário impróprio". Eu mudaria pelo menos o título, visto que a violência não deveria ter um horário próprio. A coisa está ficando de mal a pior e quem fará algo a respeito?

Incentivo à leitura da Bíblia é banido!

Propagandas com conteúdo religioso parecem estar em alta no mercado americano. Porém, o comercial que usava uma imagem de Jesus com conotação política, o que simulava a Eucaristia e agora o de uma campanha pela leitura da Bíblia não serão vistos pelos americanos que ligarem a TV no final de semana para acompanhar o Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano.
O canal Fox Sports se negou a exibir um comercial que desafia os fãs de esporte: “leia João 3:16″ [no original, Lookup 316]. O slogan se aproveita de uma expressão do futebol dos gringos, algo como 4-4-1 do nosso futebol e liga com a mensagem da passagem bíblica.
Órgão que regulamenta o futebol, a NFL proibiu manifestações de cunho religioso por parte dos jogadores, decisão que a FIFA também tomou há alguns anos. Porém, a iniciativa de associar o esporte com a Bíblia deve-se a uma convicção dos idealizadores que o telespectador americano médio não sabe o que a referência significa.
Ao produzir este comercial, a Fundação Cristã Fixed Point espera incentivar os fãs de futebol a descobrir o que significa João 3:16 e pensar sobre o seu significado. O comercial termina divulgando um site (lookup316.com), no qual o verso aparece junto com uma explicação simples.
O site do ministério não tenta vender nada, nem pede doações, ou sequer tem uma conotação política. A ideia é simplesmente incentivar as pessoas a encontrar uma fonte de esperança e compreender o propósito da vida.





O Fox Sports rejeitou o comercial alegando que divulgava uma “doutrina religiosa”. No entanto, ao mesmo tempo veiculará anúncios publicitários com trailers de filmes violentos ou com conteúdo sexual. Ao censurar as mensagens religiosas, não permitem que os telespectadores decidam sozinhos se a mensagem é válida ou não.
(Site Genizah)