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"Ame seu próximo como a si mesmo"


O vídeo abaixo ilustra o que propõe Mateus 22:39: "Ame seu próximo como a si mesmo". E esse amor não é mera teoria. O amor só é amor quando demonstrado na prática. Aliás o cristianismo resume-se em amor na prática, foi o que o próprio Jesus disse: "Com isso todos saberão que vocês são meus discípulos, se vocês se amarem uns aos outros" (João 13:35). 
Esse amor prático motiva atitudes semelhantes. Amor só gera amor. Quando amamos, mostramos ao próximo o amor de Jesus para conosco e motivamos outros a conhecer mais desse amor, além de motivá-los a desenvolver as mesmas ações que praticamos.
Note o que Ellen White, uma grande escritora norte-americana, disse:

"Ninguém é desculpado por negligenciar o cumprimento de seus deveres para com os semelhantes. Ao fazer esse trabalho, cumprimos a lei de Deus. O Senhor promete abençoar aqueles que cumprem Seu mandamento de amá-Lo supremamente e ao próximo como a si mesmos.
Não é o mero falar, nem profissão ou pretensão de piedade e santidade que são valiosos para Deus, mas as obras de justiça que revelam um caráter cristão. Obedecer à lei de Deus significa ser pronto em ver as necessidades de nossos semelhantes e a rapidamente ajudá-los, sem interrogar: 'Creem eles nas mesmas doutrinas que eu creio?' Obedecer à lei de Deus significa agir com a mão ajudadora de Deus aliviando as necessidades da humanidade sofredora, independentemente das crenças religiosas do necessitado. Aqueles que fazem aos princípios da verdade de Deus, estão vivendo o evangelho.
O Senhor nota cuidadosamente os feitos de compaixão e misericórdia mostrados pelos seres humanos aos seus semelhantes. Em Seu livro memorial está escrito cada feito misericordioso. 'No dia em que Eu agir', diz o Senhor dos Exércitos, 'eles serão o Meu tesouro pessoal. Eu terei compaixão deles como um pai tem compaixão do filho que lhe obedece. Então vocês verão novamente a diferença entre o justo e o ímpio, entre os que servem a Deus e os que não O servem'." (Review and Herald, 9 de abril de 1908).
Por fim, assista ao vídeo abaixo, reflita e permita que o amor de Cristo transforme sua vida, de forma que seus hábitos para com o próximo sejam modificados e aperfeiçoados.

Cuidando da Criação


Deus fez dos homens seus mordomos, e não deve ser culpado pelo sofrimento, miséria, nudez e falta de humanidade. O Senhor fez ampla oferta a todos. A milhares de homens, Ele deu grandes quantias com que aliviar a escassez de seus semelhantes, mas aqueles a quem Deus fez mordomos não venceram a prova, pois não conseguiram aliviar os sofredores e necessitados. Quando os homens que são abundantemente abençoados pelo Céu com grande riqueza deixam de cumprir o desígnio de Deus e não socorrem os pobres e oprimidos, o Senhor não Se alegra e certamente irá visitá-los. Não terão desculpa por haverem retido de seu próximo a ajuda que Deus pôs em seu poder oferecer, e Deus é desonrado, Seu caráter é deturpado por Satanás, e Ele é representado como um juiz severo que faz vir sofrimento sobre as criaturas que fez. Essa deturpação do caráter de Deus é apresentada como se fosse verdadeira e, portanto, pela tentação do inimigo, os corações dos homens são endurecidos contra Deus. Satanás atribui a Deus o mal que ele próprio levou os homens a cometer ao reter seus meios aos sofredores. Atribui a Deus suas próprias características.
Se os homens cumprissem seu dever como fiéis mordomos dos bens de seu Senhor, não haveria pessoas clamando por pão, não haveria sofrimento, miséria e nem falta de agasalho. É a infidelidade humana que traz o sofrimento em que a humanidade está mergulhada. Se aqueles a quem Deus tornou mordomos se apropriassem dos bens com o objetivo que seu Senhor lhes deu, esse estado de sofrimento não existiria. O Senhor prova os seres humanos dando-lhes abundância de bens, assim como pôs à prova o rico da parábola [Lucas 12:16,17]. Se nos mostrarmos infiéis nas riquezas injustas, quem nos confiará a verdadeira riqueza? Serão aqueles que forem aprovados na prova sobre a Terra, que foram achados fiéis, que obedeceram às Palavras do Senhor, sendo misericordiosos no uso de seus meios para o avanço de Seu reino, que ouvirão dos lábios do Mestre: “Muito bem, servo bom e fiel! Você foi fiel no pouco, Eu o porei sobre o muito. Venha e participe da alegria do seu Senhor!” (Mateus 25:21, NVI).
 
(Review and Herald, 26 de junho de 1894)

Batatas e o próximo


Alguns produtores de batata decidiram guardar as maiores batatas para si mesmos e plantar as menores batatas, como sementes. Depois de algumas colheitas insatisfatórias, eles descobriram que a natureza havia reduzido suas colheitas de batata ao tamanho de bolas de gude. Com esse desastre, os agricultores aprenderam uma importante lei da vida.
"Eles não poderiam reter para si mesmos as melhores coisas da vida e utilizar as sobras para semente. A lei da vida decretou que a colheita seria o reflexo do plantio. Em outro sentido, plantar batatas pequenas ainda é uma prática comum. Tomamos as grandes coisas da vida para nós mesmos e plantamos as sobras. Esperamos que, por alguma estranha reviravolta das leis espirituais, nosso egoísmo seja recompensado com altruísmo" (International Student Fellowship Newsletter [Boletim da Sociedae Internacional de Estudantes], março 2007)
Paulo aplicou esse princípio em Gálatas 6:1-10. Em lugar de membros que "se mordem e se devoram uns aos outros" (Galatas 5:15, NVI), a igreja deve ser um lugar em que o Espírito nos leve a colocar os outros antes de nós mesmos. Entender que somos salvos pela graça deve nos tornar humildes, mais pacientes e compassivos em nossa maneira de tratar os outros.

(Lição da Escola Sabatina - 4º Trimestre 2011, 17 de dezembro, pág. 159 - CPB)