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Curso Bíblico - As Profecias de Daniel


Neste sábado, 02 de janeiro de 2021, iniciaremos o Curso Bíblico As Profecias de Daniel, por meio do projeto WhatsApp #NaContramão. 

Estude conosco e se aprofunde no conhecimento da Bíblia por meio das profecias do livro de Daniel e descubra o que essas profecias falam sobre o Tempo do Fim, entre outros assuntos igualmente importantes. Solicite agora mesmo pelo WhatsApp 82988459474, ou clique aqui para solicitar.

Curso Bíblico pelo WhatsApp


Você já pensou conhecer um pouco mais sobre o livro do Apocalipse nesse tempo em que estamos vivendo?

O mundo está em rápida e assustadora transformação, ao ponto de não fazermos ideia de como viveremos em um futuro próximo.

Epidemias, crises na economia, na política e no meio ambiente têm como pano de fundo a decadência moral de uma sociedade que se aproxima do caos. Com razão, muitos se sentem inseguros diante desse cenário. Como consequência, surgem preocupação, ansiedade e medo.

Felizmente, Alguém conhece o futuro. Jesus Cristo revelou no último livro da Bíblia, o Apocalipse, os acontecimentos decisivos da história de nosso planeta.

Estude a Bíblia pelo WhatsApp


O projeto WhatsApp #NaContramão está lançando um Curso Bíblico bastante revelador, a ser ministrado pelo WhatsApp: Apocalipse - Revelações de Esperança. Para participar, basta enviar uma mensagem pelo WhatsApp para 8288459474 dizendo "Eu quero" e seguir as orientações que lá serão passadas.

Faça como centenas de outros estudantes da Bíblia já fizeram. Solicite o curso bíblico, descubra mais sobre a Palavra de Deus e tenha uma vida repleta de Esperança.

Existe Verdade Absoluta?


A popular série Dexter tem como personagem principal um especialista em análise de sangue que atua junto ao Departamento de Polícia de Miami. Dexter Morgan leva uma vida pacata ao lado da namorada divorciada e trabalhando no mesmo departamento que a irmã adotiva, uma investigadora. Ao mesmo tempo, Dexter é um serial killer que executa outros assassinos que não puderam ser condenados pela lei. A todo instante, o personagem tem que dissimular a fim de garantir sua sobrevivência. Como psicopata, Dexter não sente emoções, perdas ou remorsos, mas tem que manter as aparências e cumprir diversos papéis sociais, fazendo-se passar por um sujeito comum – o que, em verdade, não deixa de ser um anseio dele.

Talvez o sucesso da série esteja justamente em sugerir que, de certa forma, todos nos vemos confusos, em busca de nosso próprio eu, inseguros diante de papéis contraditórios. Nossa época é marcada pela incerteza. Ela é chamada de pós-modernidade, caracterizando-se por uma negação ao racionalismo autoconfiante do período anterior, a modernidade. Como chegamos a esta fase do pensamento humano?

Certamente, Friedrich Nietzsche deu fundamental contribuição para que isso ocorresse. Sem dúvida, ao “anunciar a morte de Deus, Nietzsche nomeia a ruptura que a modernidade introduziu na história da cultura com o desaparecimento dos valores absolutos, das essências e do fundamento divino”, conclui a escritora Anelise Pacheco. [1] Com sua negação de valores absolutos, [2] Nietzsche abre as portas para pensadores autenticamente pós-modernos, como Michel Foucault e Jacques Derrida. Se Nietzsche atirou a primeira pedra contra o edifício, eles terminaram de demoli-lo. Entretanto, esses pensadores não poderem mascarar algumas incoerências que carregavam.

Não dá pra viver assim
Michel Foucault dizia que a verdade era apenas uma ficção defendia por aqueles que mantinham o poder. Para ele, não havia algo como certo ou errado – a própria moral era obra dos poderosos. Entretanto, ele mesmo chegou a participar de lutas sociais.[3] Ademais, quando convocado por uma comissão para estudar o sistema penitenciário francês, Foucault se viu num terrível dilema: Como punir os estupradores? O filósofo sustentava total liberdade quanto à sexualidade. Mas, se manifestações sexuais não podem ser legisladas, o que dizer do estupro? Infelizmente, Foucault não conseguiu fugir da armadilha causada pelo impasse originado por sua filosofia.[4]

Outro expoente pós-moderno, Jacques Derrida, advogada a livre interpretação da linguagem, tanto a escrita quanto a falada. Assim, uma interpretação textual jamais pode chegar a conclusão alguma![5] Contudo, Jacques Derrida se sentiu injustiçado em um debate com John Searle por achar que em alguns pontos Searle havia interpretado mal seu pensamento. Isso o forçou a abandonar sua defesa da livre-interpretação.[6]

Para onde nos conduz o pensamento pós-moderno? Ele hostiliza a verdade revelada; valoriza  a interpretação em detrimento do conhecimento; relativiza a verdade (enfatizando a verdade comunitária, aceita por consenso geral); e se restringe à transitoriedade, admitindo uma maleabilidade nos princípios.

Por conta de seu antirrealismo, o pós-modernismo enfrenta dificuldades, porque, na prática, se torna impossível vivê-lo coerentemente: “Os pós-modernistas continuam a rejeitar a ilusão modernista – negam que os modelos modernistas representem a realidade – mas, por uma questão prática, admitem que os modelos continuam a servir como ‘ficções úteis’ na vida cotidiana.”[7] Na prática, como alguém já notou, “qualquer tentativa de persuadir alguém a adotar o relativismo assume o absolutismo”.[8] Podemos resumir a incoerência do pós-modernismo da maneira como segue:

1. Ao afirmar que não há uma verdade absoluta, o pós-modernismo faz, paradoxalmente, uma afirmação absoluta.
2. Nenhum sistema filosófico pode ser sustentável se possui contradição interna.
3. Logo, o pós-modernismo não é sustentável. [9]
 
Retorno à Verdade
Se temos que retornar à verdade para dar sentido à existência, a qual verdade retornaremos? Se há tantas visões de mundo, como garantir qual delas seja a correta? Ravi Zacharias nos oferece alguns critérios para aquilatar as propostas de qualquer cosmovisão: “O senso comum diz que ao estabelecer a convicção em uma crença, fazemos mais do que oferecer um desejo do coração ou apresentar alguns elementos isolados das credenciais daquele que faz as reivindicações , com as quais saltamos para conclusões  grandiosas. A verdadeira defesa de qualquer reivindicação deve também lidar com as evidências que a questionam ou contradizem. Em outras palavras, a verdade não é somente uma questão de defesa, no sentido de que deve ser capaz de dar uma resposta racional e sensível aos argumentos contrários que são suscitados.”[10]

Nas palavras de Adela Cortina, “se a fé pretende ser comunicável, deve possuir uma base de argumentação que possibilite o diálogo e destrua a desconfiança que produz sua resistência a deixar-se examinar pela razão”.[11] Isso vale para qualquer fé (crença). Uma visão de mundo tem que ser avaliada pela forma abrangente como interpreta a realidade, bem como pela suficiência e coerência das resposta que provê a perguntas sobre fundamentação de valores morais, destino final da humanidade, razão de nossa existência, etc. É claro que algumas respostas podem coincidir em alguns sistemas; mas, olhando para o todo, qual visão de mundo possui proposta compatível com nosso anseio irrefreado pela beleza, pela verdade e pela justiça? Talvez seja cedo demais para darmos uma resposta definitiva. Todavia, mantenha a mente aberta para considerar a proposta cristã. O enfoque que daremos a seguir se propõe a evidenciar quão completa é a cosmovisão do cristiansmo.
 
Primeiramente, considere: Deus existe ou é apenas uma ilusão humana, originada de desejos reprimidos ou fantasias ancestrais? São indagações como essas que o próximo estudo se encarregará de responder.
(Douglas Reis)
 
Perguntas para Discussão
1. Por que o pós-modernismo não oferece base sólida para nossas decisões e ações?
2. Falar em verdade absoluta soa um tanto arrogante. É possível crer na verdade e manifestar atitude 
tolerante e compreensiva com aqueles que pensam diferente de mim?

Quem se importa com a cosmovisão?


Imagem: Google Images

Fui levado às pressas para o hospital. Sentia dores na região abdominal e nem sequer disfarçava os urros. O primeiro médico que me viu não teve dúvidas e diagnosticou: pedras nos rins – que, segundo alguns, causam dores mais fortes que as do parto. Confesso que, até ali, eu nem me dera conta da relevância dos meus rins (conquanto eles funcionassem, continuariam quase completamente irrelevantes). Não conheço pessoas que se importem com suas amídalas ou seu apêndice, antes que eles inflamem e se torne necessária a intervenção cirúrgica!

Algumas coisas são como esses órgãos citados – se funcionam dentro da normalidade, passam incógnitas. Apenas em meio a uma crise despertam nosso interesse (de vez em quando, sou dolorosamente lembrado de que meus rins existem...). O mesmo raciocínio se aplica ao padrão que orienta nossas escolhas: ele está lá, mas não nos damos conta.

As razões por trás da razão
O sociólogo polonês Zigmunt Bauman observa que poucas pessoas seriam capazes de identificar, de forma objetiva, os princípios que seguem na vida cotidiana.[1] Apesar disso, todos nós temos respostas para as grandes perguntas que fazem parte da vida. Não se trata de respostas abstratas, mas de orientações à vivência diária, assuntos que envolvem desde escolhas aparentemente pouco importantes a questões morais significativas. Neste sentido, Heidegger diz que todos somos filósofos – não por profissão, porém no sentido de que existimos e buscamos resposta para nossa existência.[2]

Embora haja inúmeras formas de entender assuntos como Deus nosso propósito no mundo, o que acontece depois que morremos, etc., há poucos padrões básicos de respostas a essas indagações e outras similares. Dizemos que cada conjunto de respostas forma uma grade conceitual, chamada cosmovisão ou visão de mundo (do alemão weltanschauung). Já foi dito que a cosmovisão é “a suposição fundamental que forma o pensamento e o comportamento das pessoas”[3] ou a “capacidade humana de perceber a realidade sensível”[4], ou seja, de interpretar o mundo que nos cerca.

A cosmovisão influencia o comportamento, as decisões, os valores, os julgamentos e a percepção das pessoas. Portanto, estamos falando de algo que está embutido em cada ser humano, embora muitos sequer saibam definir uma cosmovisão. Entretanto, todas as pessoas possuem uma orientação mental visível em sua vida prática. Logo, elas possuem uma cosmovisão. Entretanto, todas as pessoas possuem uma orientação mental visível em sua vida prática. Logo, elas possuem uma cosmovisão.[5]

É fundamental dialogar com pessoas portadoras de uma cosmovisão distinta em termos significativos para elas: “Cada ser humano é nutrido dentro de um contexto cultural. Indivíduos e comunidades interpretam o mundo por meio desse contexto. Eles avaliam novas ideias, crenças e valores por meio de sua própria cosmovisão prévia. Se somos incapazes de mostrar o evangelho[...] em termos que são inteligíveis para eles, estamos falhando em dar às pessoas oportunidade de ouvir, entender e aceitar a Palavra de Deus.”[6]

Visões em Conflito
Ainda assim, o choque entre visões de mundo conflitantes é inevitável, porque em um mundo plural, como o nosso, constantemente interagimos com pessoas que possuem grades conceituais distintas, razão de haver mal-entendimentos, divergências, conflitos ou desentendimentos mais sérios.

Às vezes, determinada cosmovisão ultrapassa limites de famílias, clãs e países, influenciando grande massa de pessoas. Nesse ponto, tal visão de mundo chega ao patamar de espírito do tempo (zeitgeist). Essa visão de mundo mais disseminada passa a exercer controle sobre as demais, influenciando-as e restrigindo-as.[7]

Para entender bem como isso ocorre, pense na seguinte situação: o bairro X de uma grande metrópole é famoso por seu comércio. Depois de alguns anos de desenvolvimento urbano, surge um shopping center ali. O potencial comercial do shopping é capaz de sufocar as lojas menores, ao mesmo tempo em que será capaz de agregar em suas dependências lojas maiores que possuam perfil compatível com sua proposta. De forma similar, o espírito da época saberá agregar visões de mundo compatíveis com sua proposta, enquanto acabará encurralando no ostracismo aquelas cosmovisões que se lhe opõem.

Você pode notar que algumas perguntas “ficaram no ar”: Como avaliar uma cosmovisão? Até que ponto consigo identificar minha própria visão de mundo? É possível determinar qual visão de mundo é a melhor, ou tudo não passa de mera perspectiva? É sobre isso que falaremos no próximo estudo.
(Douglas Reis)

O Resgate da Verdade



No fim do século 18, um soldado de Napoleão descobriu um tesouro arqueológico que, de tão importante, seria tido como um dos marcos da arqueologia moderna. A Pedra de Roseta, fragmento de estela do Egito Antigo, traz o texto de um decreto promulgado em 196 a.C., na cidade de Mênfis, em nome do rei Ptolomeu V. Detalhe: o texto foi escrito em três versões. Com três tipos diferentes de escrita – hieroglífica, demótica e grega. Graças a isso, o estudioso Jean-François Champollion pôde traduzir a escrita egípcia, abrindo aos olhos do mundo toda a cultura dos faraós, até então praticamente desconhecida.

A tradução da Pedra Roseta mostra que precisamos de “balizas” para nos orientar e “ferramentas” para entender o mundo que nos rodeia. Os complicados caracteres egípcios eram misteriosos e indecifráveis até que Champollion mostrou a coerência deles. De forma semelhante, as cosmovisões são como dicionários (alguns as comparam a óculos) que usamos para decifrar/interpretar a realidade. Mas dicionários definem palavras. São o que são e pronto, concorde você ou não com as definições. Se você quiser definir uma lanterna com a palavra caneta, sinta-se à vontade. Mas isso não corresponderá à realidade convencionada.

Semanalmente, o blog Na Contramão estará propondo uma cosmovisão, por meio do estudo intitulado “O Resgate da Verdade”, elaborado por Douglas Reis, Luiz Fustavo Assis, Matheus Cardoso e Michelson Borges, material impresso pela Casa Publicadora Brasileira, cuja primeira edição é recente, já do ano de 2013.

Tal cosmovisão ao ser devidamente compreendida, o ajudará a fazer uma leitura interessante do mundo. Não apenas interessante: coerente, lógica e, sobretudo, carregada de esperança. Conforme escreveu o filósofo e matemático Blaise Pascal, 
“que os homens aprendam pelo menos qual a fé que rejeitam antes de rejeitá-la.” 
Talvez não seja esse seu caso, mas fica aqui o desafio: analise tudo o que está escrito aqui e siga as evidências até onde elas o levarem.

Dentre os 26 temas abordados, veja alguns deles logo abaixo:

Quem se importa com a cosmovisão?
Existe verdade absoluta?
Deus, deuses ou imaginação?
Quem precisa de "certo ou errado"?
Creio, logo penso
Bíblia: o livro mais perigoso de todas as épocas
Quem é Jesus e o que isso importa?
Uma fatia da eternidade
O QG da graça
Deus ainda fala
Compromisso com a Verdade

Você poderá ler e reler o material completo disponível através do link do tema "O Resgate da Verdade" encontrado no gadget deste blog, na barra lateral. Estude, leia, releia, indique aos seus amigos e desfrute de um material riquíssimo em conhecimento de todas as áreas, inclusive de um conhecimento que pode transformar vidas.

(Mensagem introdutória de Michelson Borges, adaptada por Henderson Rogers)

Algumas igrejas evangélicas passarão a reconhecer o batismo católico



Uma decisão histórica da Igreja Católica Romana e um grupo de denominações protestantes dos Estados Unidos deve causar surpresa para religiosos do mundo todo. Na primeira semana de fevereiro deve ser assinado um documento que formaliza a decisão das igrejas reconhecerem o batismo umas das outras. O anúncio vem quase 500 anos depois que a Reforma Protestante dividiu a igreja no mundo todo.

Isso significa que os líderes da Igreja Católica, da Igreja Presbiteriana (EUA), Igreja Cristã Reformada da América do Norte, Igreja Reformada da América e a Igreja Unida de Cristo, selarão o “Acordo Comum de Reconhecimento Mútuo do Batismo”.

A cerimônia ecumênica em Austin, Texas, marca o fim de quase sete anos de debate onde as igrejas evangélicas mencionadas reconhecerão o batismo católico e vice-versa.  Esse acordo mútuo sobre batismos quebra uma tradição secular de católicos sendo rebatizados ao ingressar nas igrejas evangélicas.

O bispo católico Joe Vasquez, da Diocese de Austin declarou em uma entrevista que esse esforço “é parte de nossa resposta à oração onde Jesus pede que sejamos todos um”.

De acordo com uma declaração da Conferência dos Bispos dos Estados Unidos, publicada em 2010, os cristãos das tradições católica e evangélica sustentam que o batismo é o vínculo sacramental da unidade do Corpo de Cristo, deve ser realizada uma única vez, por um ministro autorizado, com água e usando-se a fórmula trinitária bíblica de invocação “Pai, Filho e Espírito Santo.” O acordo encoraja todas as comunidades cristãs locais a manterem registros de batismo.

Desde 2002, o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos mostrou preocupação com certas práticas batismais distintas e fórmulas verbais (em nome do Criador, Redentor e Santificador) usado por alguns segmentos cristãos. Isso levou os bispos americanos a estudar com outros cristãos a compreensão mútua do batismo. As questões foram analisadas e resolvidas na Reunião Para o Diálogo, promovida pela Igreja Católica Romana dos EUA, que elaborou a primeira versão do acordo.

O documento foi aprovado em 2008 pela Assembleia Geral da Igreja Presbiteriana (EUA) e em 2010, aceito pelos órgãos diretivos da Igreja Cristã Reformada da América do Norte, da Igreja Reformada da América e da Igreja Unida de Cristo. Com informações Huffington Post.


[HR] Claramente esse é um grande exemplo do ecumenismo. Com a intenção de atrair mais pessoas para determinada denominação, princípios bíblicos são ignorados. E esse é o grande problema.
Seria muito bom se todos os religiosos se unissem. Mas bom seria mesmo se o objetivo da união fosse servir a um só Deus. Porém isso só ocorreria se todas as denominações deixassem suas tradições que não têm fundamento bíblico e se sujeitassem aos ensinos da Palavra de Deus de maneira totalitária. Mas não é esse o caso da matéria em questão. E vou expor os motivos:

1. A forma de batismo.
Só existe um batismo na Bíblia (Efésios 4:5). E a forma de batismo segundo a Bíblia, é por imersão (mergulho) e não por aspersão. Afinal, quando Jesus, o nosso maior exemplo, foi batizado, ele foi para um lugar em que havia "muitas águas" (João 3:23), e saiu de dentro da água (Mateus 3:16, Marcos 1:10) após seu batismo. Se o batismo fosse por aspersão, isso não teria ocorrido. Ele poderia ter sido batizado com qualquer vasilha de água e não precisaria entrar na água para isso.
Outro exemplo está quando Filipe batizou o eunuco. Em Atos 8:36-39, Filipe e o eunuco entraram na água. 

2. Quem pode/deve ser batizado
Mais uma vez, seguindo o exemplo do Mestre, apenas aquele que têm a capacidade de entender o que é o batismo e de aceitá-lo é que devem ser batizados. Jesus foi batizado quando já era adulto (Lucas 3:21-23). Além disso, apenas os que exercessem fé é que deveriam ser batizados (Marcos 16:16). E segundo Atos 2:38; 8:36, 37; 16:30-33 a pessoa precisa arrepender-se antes de ser batizada. 

Podemos concluir, segundo a Bíblia, que crianças não estão preparadas para o batismo e que este deve ser feito em forma de submersão e não por aspersão. Qualquer cerimônia ou ritual que seja diferente a tais características pode até ser tradição de homens, pode até ser bonita, mas não está em conformidade com a Palavra de Deus e jamais uma religião deveria utilizá-la, muito menos adaptar-se à ela, seja qual for a intenção.

Apocalipse - O fim revelado


Um excelente material produzido para o auxílio para o entendimento de um dos livros mais polêmicos, ou curiosos da Bíblia - o Apocalipse. Recomendo a leitura do livro, juntamente com o uso deste "curso bíblico interativo". Esse estudo é dividido em capítulos, por assuntos do livro do Apocalipse, e para cada capítulo há um vídeo no Youtube, que você pode acessar clicando nos títulos abaixo. Vale a pena conferir. Assista ao trailer logo mais, e depois destine um pouquinho de tempo, diaria ou semanalmente, para assitir a cada capítulo, acompanhando o estudo com a Bíblia em suas mãos.





1 - O Livro
2 - O Inimigo
3 - O protagonista
4 - As Boas Notícias
5 - As 7 Mensagens
6 - A Volta de Jesus
7 - O Fim do Mal
8 - As Promessas do Apocalipse
9 - Os 7 Selos
10 - O Selo de Deus
11 - O Domingo
12 - Os Mistérios da Morte
13 - O Santuário do Céu
14 - O Juízo
15 - A Hora do Juízo
16 - Os Profetas Modernos
17 - A Igreja Verdadeira
18 - A Primeira Besta do Apocalipse
19 - A Segunda Besta do Apocalipse 
20 - As 7 Pragas
21 - O Mistério Babilônia
22 - A Cidade Santa
23 - As 2 Testemunhas
24 - A Sétima Trombeta